Mato Grosso

Policiais do Batalhão Ambiental prendem cinco e apreendem armas e animais abatidos

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Mato Grosso

Da Redação

 

Desde a manhã desta quarta-feira (23.08) até a madrugada desta quinta-feira (24.08), policiais do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) prenderam cinco pessoas, duas em flagrante delito, e apreenderam armas, dezenas de munições e animais silvestres abatidos. E ainda desfizeram armadilhas montadas para capturar animais e aves.

Esss ações fazem parte da ‘Operação Cerco Total’, da Polícia Militar, em curso desde o dia 14, em Cuiabá, Rondonópolis, Barra do Bugres e Cáceres.

Durante bloqueio na MT-270, na região de “Sete Placas”, área do Parque Estadual Dom Osório Stoffel, em Rondonópolis, por exemplo, policiais da 2ª Companhia Ambiental desmontaram armadilhas para capturar animais na área de preservação.

Na mesma região, só que na comunidade de Campo Limpo, ocorreu uma das prisões, a apreensão de um revólver e 10 munições. Logo depois, em área próxima, os policiais prenderam quatro homens, dois em flagrante delito, e apreenderam uma espingarda, quase 30 quilos de pescado ilegal e 6,8kg carne silvestre.

O patrulhamento ambiental terrestre prosseguiu em outras áreas dos quatro municípios, incluindo as localidades Bom Pastor, Lambari e Tucum, onde mais uma pessoa foi presa, apreendida uma espingarda 22, 48 munições do mesmo calibre, uma faca, lanterna entre outros objetos.

 

Educação

Além de reprimir crimes, por onde passam as patrulhas ambientais interagem e fazem ações educativas junto às comunidades. Na Escola Municipal Albino Saldanha, em Rondonópolis, os policiais realizaram palestra sobre preservação e crimes ambientais para 90 estudantes.

Na repressão aos crimes, o BPMPA espera contar cada dia mais com a participação da população, que pode ser por meio de denúncia via 190, disque-denúncia 0800.65.3939, e o celular do oficial de dia(plantão) 99987-4024.   

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Servidores da Corregedoria concluem curso de mediação e conciliação

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Dez servidores do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) e assessores de gabinetes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) concluíram o Curso Básico de Mediação e Conciliação Judiciais. A capacitação desenvolveu conhecimentos teóricos e práticos sobre mediação e conciliação judiciais, para a atuação autocompositiva no âmbito judicial.

O gestor de capacitação e avaliação do Nupemec, Carlos Campelo é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos e barba grisalha, veste camisa polo escura. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Segundo o gestor de capacitação e avaliação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carlos Campelo, a formação contribui para ampliar a cultura do diálogo e da solução consensual de conflitos.

“As técnicas aprendidas durante a capacitação não se restringem ao ambiente de trabalho e podem ser aplicadas em diversas situações do cotidiano. Quando mais profissionais estiverem atuando nessa área, sejam servidores ou sociedade em si, mais pessoas irão conseguir resolver seus conflitos com diálogo, pois o primeiro passo para que isso ocorra é saber se comunicar”, afirmou.

A diretora do Daje, Shusiene Machado, é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos lisos na altura dos ombros, veste blazer cinza sobre blusa da mesma tonalidade e usa colar com pingente em formato de cruz. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, destacou que a capacitação contribuiu para ampliar o conhecimento da equipe sobre os mecanismos consensuais de resolução de conflitos e irá fortalecer o apoio às atividades desenvolvidas pelos Juizados Especiais.

“Esse curso será um divisor de águas na nossa atuação, na gestão dos conciliadores credenciados que atuam nos processos judicias dos Juizados Especiais. Pois agora compreendemos não apenas a parte administrativa, mas também a teoria e a prática da mediação judicial”, explicou.

Curso – A capacitação foi dividida em duas etapas. A parte teórica, realizada presencialmente entre 24 e 28 de setembro de 2025, com carga horária de 40 horas e que incluiu simulações práticas de audiências de mediação. E a segunda etapa, o estágio supervisionado realizado entre fevereiro a junho deste ano, pela plataforma Microsoft Teams, com 60 horas práticas com casos reais.

Ana Tereza Pereira Meira, instrutora de mediação e justiça restaurativa, é um mulher de pele clara, cabelos longos castanho-claros, veste blusa sem mangas em tom claro com detalhes escuros e usa brincos discretos. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A instrutora de mediação e justiça restaurativa, Ana Tereza Pereira Meira, responsável pelo acompanhamento da etapa prática, destacou que a formação proporciona mudanças que refletem diretamente no atendimento prestado à população. “A pessoa que faz um curso de mediação, se torna diferente. Os alunos aprendem uma comunicação melhor, uma comunicação mais harmônica e isso ajuda no atendimento do público e do Poder Judiciário”, disse.

O gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos, veste camisa social amarela de mangas longas. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Para o participante da capacitação, o gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa, a formação proporcionou uma compreensão melhor da realidade dos conciliadores e juízes leigos que atuam nos Juizados Especiais. “Antes a gente trabalhava mais sob a perspectiva administrativa, agora nós sabemos exatamente como funciona, quais os desafios e isso contribuirá para o nosso trabalho de apoio e gestão”, pontuou.

O treinamento é uma iniciativa da CGJ-MT, com apoio da Escola dos Servidores e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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