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Polícia Civil prende dois suspeitos e recupera caminhonete furtada de idoso em Rondonópolis

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A Polícia Civil prendeu dois homens, de 38 e 54 anos, investigados pelo crime de furto qualificado, nessa sexta-feira (8.5), em Rondonópolis. Durante a ação, os policiais civis recuperaram uma caminhonete pertencente a um idoso, de 78 anos, furtada horas antes na região central do município.

A prisão foi resultado de trabalho investigativo, monitoramento e diligências conduzidas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), que já apurava a atuação dos suspeitos em furtos de caminhonetes registrados neste ano na cidade.

A ocorrência teve início após a vítima registrar boletim de ocorrência informando que havia estacionado o veículo na região central enquanto realizava o saque do benefício de aposentadoria, acompanhado da esposa. Ao retornar ao local, o casal constatou o furto.

Paralelamente, os investigadores monitoravam um dos suspeitos e um veículo já relacionado a ocorrências com o mesmo modo de atuação criminosa. Durante as diligências, os policiais identificaram movimentações suspeitas em rodovia da região e passaram a realizar buscas em área rural, onde localizaram a caminhonete escondida em meio à vegetação.

Após a checagem, foi confirmado que o veículo pertencia à vítima e havia sido furtado poucas horas antes.

Com a confirmação do crime, as equipes intensificaram as diligências e, com apoio da Polícia Rodoviária Federal, realizaram abordagem ao veículo utilizado pelos investigados. Durante a ação, foram apreendidos objetos e ferramentas possivelmente utilizados na prática criminosa, incluindo uma chave que funcionava na caminhonete recuperada.

Os suspeitos foram conduzidos à Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Rondonópolis, onde foram autuados em flagrante pelo crime de furto qualificado, permanecendo à disposição da Justiça.



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Mutirão reúne instituições para solução de conflitos ambientais

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Teve início nesta segunda-feira (17) e segue até quarta-feira (19) o Mutirão de Conciliação Ambiental, realizado no Complexo dos Juizados Especiais da Capital. A iniciativa reúne o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o Ministério Público de Mato Grosso, por meio do Centro de Autocomposição de Conflitos (Compor-MPMT), e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).
A proposta do mutirão é incentivar a celebração de acordos entre as partes envolvidas em processos ambientais, por meio da formalização de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs). A medida busca viabilizar a regularização de passivos ambientais e a reparação dos danos causados de forma mais célere e eficiente.
A ação conta com a atuação integrada das instituições parceiras e o apoio de conciliadores e mediadores capacitados, garantindo maior padronização e efetividade nas audiências realizadas ao longo dos três dias de trabalho.
Representam o Ministério Público de Mato Grosso no mutirão os promotores de Justiça Adalberto Biazotto Junior, Miguel Slhessarenko e Marcelo Vacchiano.
O promotor de Justiça Adalberto Biazotto destacou que a iniciativa amplia a política de resolução consensual de conflitos ambientais já desenvolvida pela instituição.
“Esse trabalho segue a sistemática da conciliação. E agora o Compor, do Ministério Público, está abarcando processos de segundo grau. São processos judiciais ambientais que já detêm uma sentença de primeiro grau, mas nada impede que nós consigamos avançar em acordos”, afirmou.
O promotor ressaltou que os procedimentos adotados seguem critérios técnicos e padronizados, sempre com foco na proteção ambiental e na busca por soluções equilibradas para os envolvidos.
“Seguimos uma sistemática, uma padronização e sempre priorizando a proteção do meio ambiente, sem nos descuidarmos do aspecto social, principalmente quando se trata de pequenos proprietários rurais, sem histórico de degradação ambiental”, explicou.
Segundo Adalberto Biazotto, a conciliação representa uma alternativa capaz de tornar mais eficiente a resolução dos conflitos ambientais, proporcionando benefícios tanto para o meio ambiente quanto para a sociedade.
A expectativa é de que o mutirão contribua para ampliar a resolução consensual dos litígios ambientais, promovendo a recuperação de áreas degradadas, a adequação às normas ambientais e a construção de soluções mais rápidas e efetivas para os casos em tramitação na Justiça.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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