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Prefeito acompanha celebração religiosa dentro da programação dos 307 anos de Cuiabá

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O prefeito Abilio Brunini participou, no início da noite desta quarta-feira (8), da missa que marcou o encerramento das festividades religiosas em honra ao Senhor Bom Jesus de Cuiabá, considerado pelos católicos o padroeiro da capital. A celebração, realizada na Catedral Metropolitana, integrou a programação alusiva aos 307 anos de Cuiabá e reuniu fiéis, autoridades e representantes da gestão municipal.

O ato religioso também teve caráter simbólico ao marcar uma das últimas celebrações conduzidas pelo arcebispo metropolitano Dom Mário Antônio da Silva à frente da Arquidiocese de Cuiabá. Após quatro anos de atuação na capital mato-grossense, ele seguirá para nova missão na Arquidiocese de Aparecida, em São Paulo.

Durante a homilia, Dom Mário destacou o significado da celebração para a cidade e para a fé cristã. Segundo ele, o momento vai além da tradição religiosa e busca fortalecer valores como justiça, verdade e caridade. O arcebispo também ressaltou a importância de promover a paz em um contexto global marcado por conflitos, incentivando gestos concretos de solidariedade e cuidado com o próximo. Ao final, agradeceu a presença das autoridades e desejou sabedoria e bênçãos à gestão municipal.

Além do prefeito, participaram da missa secretários municipais e servidores, entre eles representantes das pastas de Trabalho, Assistência Social, Comunicação e Planejamento Urbano.

Programação segue no Parque das Águas

Após a celebração religiosa, Abilio Brunini seguiu para o Parque das Águas, onde acompanhou a programação especial do aniversário da cidade. A noite foi dedicada ao público cristão, com apresentações culturais e shows gospel, reunindo grande público em um ambiente de fé e celebração.

A programação do dia 8 incluiu manifestações tradicionais como cururu e siriri, reforçando a identidade cultural cuiabana, além de atrações musicais e momentos de louvor. O ponto alto da noite foi o show nacional do grupo Morada, conhecido no cenário gospel brasileiro, que conduziu o público em uma apresentação marcada por músicas de adoração e forte conexão espiritual.

Durante o evento, o prefeito destacou a importância da programação diversificada, que une tradição, cultura e fé. Ele ressaltou o caráter histórico das comemorações deste ano e o esforço da gestão em promover um evento amplo, acessível e voltado para as famílias.

A estrutura montada no Parque das Águas contou com feira de artesanato, o tradicional Festival do Baguncinha e mais de 150 barracas de alimentação, oferecendo opções gastronômicas variadas. A grande presença de público, registrada desde o início das festividades, evidencia não apenas o engajamento da população, mas também o impacto positivo na economia local.

As celebrações dos 307 anos de Cuiabá seguem consolidando o evento como um dos maiores do calendário da capital, reunindo cultura, religiosidade e entretenimento em uma programação que valoriza as raízes cuiabanas e promove a convivência comunitária.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT



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Comerciantes impulsionam economia no Festival da Pamonha na Comunidade Rio dos Peixes

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Com foco nos comerciantes da região, o 7º Festival da Pamonha da Comunidade Rio dos Peixes segue movimentando a economia local e fortalecendo a agricultura familiar. Realizado às margens da MT-251, o evento reúne produtores e trabalhadores que encontram na tradição do milho uma importante fonte de renda e visibilidade.

Presidente da Associação dos Pamonheiros e à frente da organização desde a primeira edição, Katia Maraiki Schroeder destaca o crescimento contínuo do festival e o impacto direto para quem vive da produção. “Esse evento é muito importante para nós. A cada ano o sucesso é maior. Aumentou a quantidade de milho e de produtores. Começamos com nove e hoje já são 14, e só cresce”, informou.

A diversidade de produtos também chama atenção e amplia as oportunidades de venda ao longo dos dias de evento.

“Hoje tem uma variedade muito grande: licor de milho, bolinho frito, picolé de pamonha, cural, milho cozido e bolo. A cada ano aumenta mais. E os preços são acessíveis, entre R$ 10 e R$ 15, para todo mundo poder consumir”, disse Katia.

Além das tradicionais pamonhas doces, salgadas e recheadas, o público encontra variedade de produtos derivados do milho ao longo do festival. Entre eles estão cural, milho cozido, bolos, doces e até licor de milho, reforçando a diversidade gastronômica e a identidade cultural da região.

A expectativa de público também reforça o potencial econômico para os comerciantes. “A gente calcula entre 4 mil e 5 mil pessoas por dia, porque aqui é rota de passagem. Muita gente para, consome e segue viagem. Isso movimenta bastante.”

Na ponta da venda, quem também sente esse impacto é o comerciante Léo Rodriguez, que trabalha em uma das pamonharias participantes e destaca os produtos mais procurados.

“A nossa especialidade é o caldo de quenga, que é um prato típico, mas também temos pamonha doce e salgada, cural, bolo de milho e sopa paraguaia. O que mais sai é a pamonha e o caldo”, contou.

Com opções variadas, os preços seguem uma média acessível, o que ajuda a atrair consumidores. Para além das vendas, Léo reforça o papel social do festival na geração de renda para trabalhadores da comunidade.

“Ajuda muito, principalmente quem trabalha de forma informal. É uma renda extra, um complemento. Além disso, o pessoal divulga o próprio trabalho, que já é tradição. Isso aqui alimenta muitas famílias”, comentou.

Com apoio institucional da Prefeitura de Cuiabá e presença do prefeito Abilio Brunini na abertura, o festival segue até o dia 21 de abril, consolidando-se como um dos principais eventos gastronômicos e culturais da região.

Segundo o secretário municipal de Agricultura e Trabalho, Vicente Falcão, o festival vai além da valorização cultural e tem impacto direto na economia, ao envolver centenas de trabalhadores e movimentar toda a cadeia produtiva do milho, da produção à comercialização.

“Isso impacta diretamente na economia. São cerca de 300 pessoas trabalhando no evento, desde a produção até as barracas. É um ciclo completo, da terra ao balcão, que gera renda, fortalece a agricultura familiar, garante alimento de qualidade e ainda fecha com sustentabilidade, reaproveitando os resíduos na própria produção”, pontuou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT



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