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Mutirão de limpeza leva serviços à Avenida prefeito Murilo Domingos e praça da Alfenin

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Coordenadas pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, as equipes atuam em várias frentes, com ações que incluem capinação, roçagem, retirada de entulhos e manutenção de espaços públicos

A semana começou com muito trabalho em Várzea Grande. Logo nas primeiras horas desta segunda-feira (30), a Prefeitura intensificou os serviços de limpeza urbana em avenidas, bairros e praças, reforçando o compromisso com a organização da cidade e o bem-estar da população.

Coordenadas pela Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, as equipes atuam em várias frentes, com ações que incluem capinação, roçagem, retirada de entulhos e manutenção de espaços públicos.

Um dos principais pontos atendidos é a Praça da Alfenin, localizada na rotatória próxima ao Centro de Especialidades Médicas, o “Postão”, e à Avenida Livramento, na região central. O espaço, que é referência tradicional da cidade, passa por uma limpeza geral, com apoio de três caminhões caçamba, uma retroescavadeira, uma pá carregadeira e uma equipe formada por 10 trabalhadores. O objetivo é revitalizar a área, garantindo mais segurança, conforto e um ambiente adequado para quem circula pelo local.

Outro ponto que recebe atenção nesta etapa é a Avenida Prefeito Murilo Domingos, onde as equipes realizam a retirada de bolsões de lixo e entulho acumulados ao longo da via, melhorando o aspecto urbano e contribuindo para a prevenção de problemas como alagamentos e proliferação de insetos.

A ação faz parte de um cronograma contínuo da Prefeitura de Várzea Grande, que vem intensificando os serviços de limpeza em diferentes regiões da cidade. Além de promover melhorias visíveis no dia a dia da população, o trabalho também reforça a importância da colaboração dos moradores na conservação dos espaços públicos, especialmente no descarte correto de resíduos.

Com presença constante nos bairros e atuação estratégica em pontos críticos, o município segue avançando na manutenção urbana, garantindo uma cidade mais limpa, organizada e saudável para todos.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Dólar sobe para R$ 5,11, e bolsa fica estável, apesar de tensão global

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O dólar fechou em leve alta frente ao real, o Ibovespa interrompeu uma sequência de três semanas de ganhos e o petróleo disparou quase 5% nesta sexta-feira (17), em um dia marcado pela escalada do conflito no Oriente Médio. O pessimismo com empresas de inteligência artificial também influenciou as negociações em todo o planeta.

O avanço das cotações do petróleo amenizou as perdas da moeda brasileira e sustentou ações da Petrobras, mas foi insuficiente para impedir a queda da bolsa brasileira.

Principais números:

  • Dólar à vista: +0,24%, a R$ 5,111;
  • Ibovespa: -0,06%, aos 173.714,08 pontos;
  • Petróleo Brent: +4,59%, a US$ 88,10 o barril;
  • Petróleo WTI: +4,48%, a US$ 82,49 o barril.

Câmbio

O dólar acompanhou o fortalecimento da moeda estadunidense diante das divisas de países emergentes em uma sessão dominada pela aversão ao risco. A intensificação dos confrontos entre Estados Unidos e Irã elevou a procura por ativos considerados mais seguros, favorecendo a moeda norte-americana.

A divisa chegou à máxima de R$ 5,133 por volta das 10h30, mas perdeu força ao longo da tarde e encerrou o dia cotada a R$ 5,111, com alta de R$ 0,24%. Na semana, a variação foi praticamente nula, com o dólar caindo 1% frente ao real em julho. Em 2026, a moeda acumula desvalorização de 6,88%.

Apesar do cenário externo desfavorável, o real teve desempenho melhor que o de outras moedas emergentes. O avanço das cotações do petróleo beneficiou a perspectiva para os termos de troca do Brasil, importante exportador da commodity, reduzindo parte da pressão cambial. O aumento das tarifas dos Estados Unidos sobre produtos brasileiros permaneceu em segundo plano para os investidores.

Mercado de ações

O Ibovespa, principal índice da B3, encerrou a sexta-feira com leve queda de 0,06%, aos 173.714,08 pontos, confirmando a primeira perda semanal em um mês. O índice chegou a operar em alta durante parte do pregão, mas perdeu força à medida que os juros futuros avançaram e as ações ligadas ao consumo passaram a liderar as perdas.

O desempenho da Petrobras, impulsionado pela valorização do petróleo, limitou as perdas do principal índice da B3. Em contrapartida, ações de bancos recuaram em bloco, enquanto empresas dos setores de varejo, construção civil e educação figuraram entre as maiores baixas.

Além da tensão geopolítica, investidores acompanharam a desaceleração da atividade econômica brasileira medida pelo (IBC-Br) de maio e os efeitos do aumento das tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

No exterior, a queda das ações de fabricantes de chips e empresas ligadas à inteligência artificial também pressionou os mercados globais, reforçando o movimento de migração para ativos com risco menor.

Petróleo

Os contratos internacionais de petróleo registraram forte alta após a intensificação dos ataques entre Estados Unidos e Irã e o aumento das preocupações com possíveis interrupções no transporte marítimo pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de exportação de petróleo do mundo.

O barril do tipo Brent, referência para a Petrobras, avançou 4,59%, encerrando o dia a US$ 88,10 o barril. O barril WTI, do Texas, subiu 4,48%, para US$ 82,49.

As duas referências acumulam valorização próxima de 16% na semana, refletindo o receio de que a escalada do conflito provoque novos choques de oferta e mantenha elevada a pressão sobre os preços da energia, com potencial impacto sobre a inflação global e as expectativas para a política monetária das principais economias.

*Com informações da Reuters



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