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Números de pesquisa acendem sinal vermelho rumo a 2026

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Pesquisa interna acende alerta em pré-campanha para 2026

da redação

kleyton Agostinho

Uma pesquisa interna apresentada em reunião reservada da equipe de um pré-candidato às eleições de 2026 acendeu sinal de alerta no núcleo estratégico da campanha. De acordo com fontes que participaram do encontro, o levantamento aponta taxa de rejeição de 60%, índice considerado elevado para esta fase de pré-campanha.

O dado foi discutido em tom de preocupação, sobretudo porque, segundo relatos, o cenário detalhado no estudo traz indicadores qualitativos ainda mais delicados do que o percentual bruto sugere. Avaliações espontâneas colhidas no levantamento indicariam resistência consolidada em segmentos específicos do eleitorado.

Apesar disso, integrantes da equipe defendem que o número representa um “retrato do momento” e que pesquisas internas têm como finalidade justamente identificar vulnerabilidades antes do início oficial da campanha. A estratégia agora deve priorizar ações de reposicionamento de imagem, intensificação de agendas públicas e reformulação da comunicação digital.

Especialistas ouvidos pela reportagem avaliam que índices elevados de rejeição não são incomuns em fases iniciais, especialmente quando o nome testado já possui trajetória pública conhecida. No entanto, destacam que a reversão exige planejamento consistente, narrativa clara e tempo de exposição positiva.

Nos bastidores, a avaliação é de que os próximos meses serão decisivos para medir a capacidade de reação do projeto político rumo a 2026, mas o medo é de novas denúncias em que pode prejudicar o Pré-Candidato.

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Comissão aprova oferta de orientação parental nas redes públicas de saúde e assistência social

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A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 574/26, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), que determina que estados, o Distrito Federal e municípios ofereçam serviços de orientação e apoio em educação parental à população.

Pela proposta, esses serviços deverão ser disponibilizados nas redes públicas de saúde e de assistência social, em espaços escolares e, quando cabível, em espaços públicos e privados conveniados que atendam crianças, adolescentes e suas famílias. O texto inclui a obrigação na Lei 14.826/24, que institui a parentalidade positiva.

Profissionais
O projeto define que os serviços serão executados, preferencialmente, por educadores parentais. Também poderão atuar profissionais das áreas de saúde, educação e assistência social, desde que tenham formação específica ou certificação em estratégias de parentalidade positiva, prevenção de violência e neurociência do desenvolvimento infantil.

Os profissionais de educação parental não poderão exercer atividades exclusivas de profissões regulamentadas, especialmente as de natureza clínica ou terapêutica — como a psicologia clínica. A atuação será apenas preventiva e pedagógica, voltada ao fortalecimento dos vínculos familiares e à capacitação dos cuidadores.

Prevenção à violência
Para Laura Carneiro, a lei de 2024 representou um marco ao instituir a parentalidade positiva, mas a previsão legal, por si só, é insuficiente sem serviços que cheguem às famílias, especialmente às mais vulneráveis. “O fortalecimento das famílias é a forma mais eficaz de proteger a infância”, afirmou.

A relatora, deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA), afirmou que está alinhada à economia do cuidado, dado que o ato de cuidar, historicamente invisibilizado e gerador de grande sobrecarga, recai majoritariamente sobre as mulheres, e exige soluções legais concretas para a sua provisão e suporte.

“Investir na educação familiar preventiva significa promover a sustentabilidade das políticas sociais, reduzindo futuramente a demanda por tratamentos de alta complexidade e a atuação do sistema de justiça criminal”, disse Santos.

Cerca de 200 casos de violência física contra crianças e adolescentes são notificados diariamente nas unidades de saúde do país, segundo dados da Sociedade Brasileira de Pediatria. Levantamento do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania indica que 81% dos casos de violência contra crianças e adolescentes ocorrem em casa.

Próximos passos
A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Rachel Librelon



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