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SES alerta a população para prevenção às ISTs durante o Carnaval

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES) alerta para a prevenção das Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) durante o Carnaval. O uso de preservativos masculinos e femininos é o principal método de proteção e contracepção.

As ISTs são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos, que são transmitidos, principalmente, por meio do contato sexual sem proteção com uma pessoa que esteja infectada. Dentre as infecções, destacam-se: HIV, Aids, sífilis, hepatites virais A, B e C, HPV, herpes genital e gonorreia.

Em 2025, foram registrados 946 casos de HIV e 436 de Aids em Mato Grosso. Também foram registrados 17 casos de hepatite A, 461 casos de hepatite B e 175 casos de hepatite C. As unidades básicas de saúde dispõem de preservativos femininos e masculinos, que podem ser retirados pela população de forma gratuita.

Os sintomas mais comuns das ISTs são corrimentos genitais, tanto no homem quanto na mulher, feridas nos órgãos genitais ou no corpo e verrugas anogenitais. Outros sintomas são dor no corpo, mal-estar e febre, que podem ser facilmente confundidos com sintomas gripais. Por isso, é preciso ficar atento aos sinais.

“É fundamental que mulheres e homens utilizem camisinha para se proteger contra as ISTs. Caso ocorra uma relação sexual sem proteção, é essencial procurar a unidade de saúde mais próxima para realizar o teste rápido e, se necessário, iniciar o tratamento o quanto antes, aumentando as chances de cura ou de controle da infecção”, destacou a coordenadora de Vigilância Epidemiológica, Janaina Pauli.

O que fazer caso tenha tido relação sexual desprotegida?

O diagnóstico dessas doenças é simples, rápido, sigiloso e feito por meio do teste rápido, encontrado na Rede de Atenção à Saúde do Sistema Único de Saúde (SUS).

Estão disponíveis outras formas de prevenção: a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP), que consiste na dispensação preventiva e continuada de antirretrovirais para pessoas não infectadas pelo HIV, e a Profilaxia Pós-Exposição (PEP), que consiste em iniciar a administração de medicamentos antirretrovirais em casos de risco de exposição, como violência sexual, acidentes ocupacionais com material biológico e relações sexuais desprotegidas.

*Sob a supervisão de Ana Lazarini

Fonte: Governo MT – MT



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Corregedoria desenvolve automação para tornar decisões judiciais mais uniformes

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Captura de tela do sistema PJe (Processo Judicial Eletrônico). À esquerda, lista com vários processos; à direita, painel de A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT), por meio do Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (DAPI), está desenvolvendo uma série de automações voltadas à modernização das rotinas judiciais da Primeira Instância.

A primeira delas é uma ferramenta que utiliza inteligência artificial para identificar automaticamente processos que podem estar relacionados a precedentes qualificados, entendimentos já consolidados pelos tribunais sobre processos semelhantes. A inciativa contribui para a uniformização da jurisprudência e para maior eficiência na gestão processual.

Chamada de LegalFlow, a solução faz a leitura da petição inicial logo após a distribuição no Processo Judicial Eletrônico (PJe) e compara seu conteúdo com uma base de dados de precedentes qualificados. Quando a ferramenta identifica possível correspondência, o sistema cria no PJe uma tarefa denominada “Analisar Precedentes”, permitindo que o usuário avalie a sugestão apresentada pela inteligência artificial.

Na tela, o magistrado ou assessor visualiza um resumo da petição inicial, o precedente identificado e informações sobre o grau de similaridade entre os temas. Caso concorde com a indicação, pode vincular uma etiqueta ao processo para facilitar sua identificação e tratamento. Se entender que não há relação entre o caso concreto e o precedente apontado, basta encerrar a tarefa e o processo segue sua tramitação normal.

Segundo o diretor do DAPI, Guilherme Schultz, a iniciativa busca enfrentar um desafio recorrente da atividade jurisdicional, a identificação de demandas submetidas a precedentes qualificados.

“Atualmente essa análise exige consultas em diferentes bases de dados e fontes de informação, o que impacta tanto no tempo necessário para pesquisa como na qualidade das respostas. Com a automação, conseguimos agilizar esse trabalho, favorecer a uniformização da jurisprudência e contribuir para uma gestão mais eficiente dos processos”, explica.

Nesta primeira etapa, a ferramenta está voltada à identificação de processos relacionados aos Incidentes de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDRs), mecanismo utilizado pelos tribunais para uniformizar o entendimento sobre questões jurídicas que se repetem em diversas ações.

A gestora administrativa do DAPI, Milena Valle Rodrigues, explica que a ferramenta vem sendo utilizada em processos que tramitam nas Varas com competência em Fazenda Pública em todo o Estado. A expectativa, segundo ela, é que a solução seja disponibilizada para todas as unidades judiciais a partir de agosto.

“Também estamos trabalhando na expansão da base de consulta. Até o fim do mês, a ideia é incluir precedentes qualificados do Supremo Tribunal Federal, o STF, e do Superior Tribunal de Justiça, o STJ. Ampliando o alcance da automação e o suporte oferecido às unidades judiciais”, detalha.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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