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Feira da Agricultura Familiar Produtiva e Solidária ocorre semanalmente na Praça Alencastro
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Agora é definitivo. As edições da Feira da Agricultura Familiar Produtiva e Solidária, promovidas pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria-adjunta de Agricultura, vinculada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Trabalho, serão realizadas todas as terças-feiras na Praça Alencastro. A decisão atende a pedidos da maioria dos expositores, com o objetivo de ampliar o número de clientes e fidelizar os já conquistados. No local foram realizadas 14 edições, sendo nove em 2025 e cinco este ano, contando com a desta terça-feira (3), que compõem o espaço das 7h às 17h. Novos expositores integram a programação, aumentando a variedade de produtos e agregando valor ao evento, juntamente com feirantes que fazem a história da feira, sem perder nenhuma das edições. E aguardem, vêm mais novidades para 2026.
Claudia Maria Alves dos Santos passou a fazer parte da feira recentemente e já é um sucesso. Sua especialidade são bolos recheados vendidos em “generosas” fatias. Há sabores variados, como bolo pudim, dois amores, brigadeirão e ninho com morango, alguns dos mais comercializados.
“Depois que comecei nas feiras, não parei mais. Participo aqui na Praça Alencastro, Coophema, Parque Cuiabá, Tijucal e Bela Vista. Estou circulando porque quem vive disso está sempre procurando clientes”, declarou a vendedora.
Any Pinheiro mora no CPA 1 e segue ritmo semelhante há quatro anos, quando iniciou a atividade para aumentar a renda e pagar as despesas do casamento. Ela produz mais de 50 sabores de pipoca gourmet e apresenta vários deles na Feira da Agricultura Familiar Produtiva e Solidária. A sensação entre elas é a opção da pipoca no copo, em que o cliente escolhe os sabores e a cobertura. Para “pipocar” a curiosidade, há sabores de maracujá, Nutella, maçã do amor, alpino, gelato de limão, crocante com cebola (agridoce) e muitos outros, inclusive para quem segue à risca dietas sem açúcar.
O negócio de Any deu certo e hoje ela vive em feiras. “Deixei o serviço CLT (contratada da Secretaria de Estado de Fazenda – Sefaz) para viver disso (mostrando as embalagens com as pipocas expostas). É feira a semana toda”, destacou.
Contente com o resultado das edições também estão outros feirantes, como Maria Antônia Costa e Silva, do assentamento Marcolana, no Distrito do Aguaçu. Ela é uma das que não perdeu nenhuma das edições realizadas.
Apesar de vender vários produtos que colhe na roça, como frutas e legumes variados, é conhecida como Maria das Pimentas.
Vitor e Marcela também participam desde a primeira edição, com doces de várias espécies, em potes, conservas, frutas cristalizadas, rapaduras e muitas outras delícias.
Para quem ainda não conhece, vale a pena conferir a próxima edição, no dia 10 de fevereiro. Na lista de opções, há ainda produtos à base de couro, costurados à mão, como bolsas, cintos e capas para objetos diversos, lindos como opção de presentes.
Além de biscoitos, pães, bolos, tortas e adereços como brincos e colares feitos com material reciclável, que se transformam em encantos nas mãos da artesã Helena Bastos Monge.
VITRINE
As Feiras da Agricultura Familiar Produtiva e Solidária são uma importante vitrine para os produtores locais e para o fortalecimento dos trabalhadores do campo, artesãs e profissionais da área da gastronomia em Cuiabá, resultando no fortalecimento da renda de quem vive no campo. Em 2025, foram 17 edições realizadas nas três principais praças centrais da Capital e, juntas, movimentaram mais de R$ 850 mil entre os expositores participantes, fruto de dedicação e trabalho árduo.
Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT
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Várzea Grande recupera 89,5 quilômetros de estradas rurais com patrolamento e cascalhamento
A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Viação e Obras, iniciou em março deste ano os serviços de patrolamento e cascalhamento nas estradas rurais do município. As intervenções têm como objetivo melhorar as condições de trafegabilidade, facilitar o deslocamento dos moradores e garantir mais segurança aos usuários das vias.
Os trabalhos contemplam estradas que ligam comunidades rurais e regiões mais afastadas da área urbana, onde as condições de circulação podem dificultar o deslocamento da população, especialmente após períodos de chuva. O patrolamento contribui para o nivelamento do solo, enquanto o cascalhamento reforça a superfície das vias, favorecendo a circulação de veículos.
Nos últimos meses, foram realizados serviços de adequação viária em um total de 89,5 quilômetros de estradas rurais. As intervenções contemplaram 12 quilômetros na comunidade do Formigueiro, 18 quilômetros na Sadia I, 40 quilômetros na Sadia III, 10 quilômetros na comunidade do Espinheiro, 2,5 quilômetros em Limpo Grande e sete quilômetros em Capão do Pequi.
Nesta última localidade, as equipes continuam trabalhando, com previsão de conclusão dos serviços nos próximos dez dias.
As ações integram o trabalho de manutenção da infraestrutura viária do município, com foco na melhoria dos acessos às comunidades rurais e na garantia de melhores condições de deslocamento para moradores, trabalhadores e demais usuários das estradas.
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