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FICCO/BA e FICCO/AL alcançam líder de facção que atuava no sudoeste baiano

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Salvador/BA. No sábado (31/1), as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado na Bahia – FICCO/BA – e em Alagoas – FICCO/AL deflagraram a Operação Pau D’Arco, em uma ação conjunta com a 9ª COORPIN/PCBA, com a CIPE Central/PMBA e com o BOPE/PMAL. O objetivo foi o cumprimento de mandados judiciais contra integrantes de uma facção criminosa que atua no sudoeste baiano: dois mandados de prisão e de busca e apreensão, expedidos pela Vara Criminal do município de Ibirataia/BA, em desfavor de criminosos ligados a uma facção responsável por tráfico de drogas, por homicídios e por outros delitos na região.

As investigações identificaram que a liderança do grupo criminoso encontrava-se escondida na cidade de Flexeiras, de onde ordenava homicídios e comandava o tráfico de drogas na Bahia. Ele é o principal suspeito de decretar o homicídio de uma jovem de 22 anos, ocorrido em 17 de janeiro deste ano, fato que gerou forte repercussão em todo o estado.

Os alvos estavam escondidos em zona rural de difícil aproximação das equipes policiais. Diante da complexidade do terreno e da necessidade de uma progressão silenciosa, foi acionada uma equipe do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar de Alagoas – BOPE/PMAL, que adentrou pela mata até o ponto de acesso – que permitiu a chegada das equipes ao local e possibilitou o cumprimento dos mandados. Durante a ação, as equipes localizaram o líder e mais dois integrantes do grupo criminoso.

Os três indivíduos confrontaram as forças policiais com disparos de arma de fogo. Os criminosos foram atingidos durante a troca de tiros, socorridos, mas não resistiram aos ferimentos. Todo o procedimento decorrente da intervenção policial foi formalizado na Polícia Civil de Alagoas.

Comunicação Social da Polícia Federal na Bahia
WhatsApp: (71) 3319-6002
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal



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Comissão aprova repasse do Funpen para estados e municípios com presos por tráfico internacional

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A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado aprovou o Projeto de Lei Complementar 56/25, que reserva 10% dos recursos do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) para estados e municípios que mantêm presos por tráfico internacional de drogas.

A medida serve para compensar os governos locais pelos custos elevados com a manutenção de criminosos de alta periculosidade.

Pelo texto, pelo menos metade desse dinheiro (50%) deve ser aplicada obrigatoriamente em obras e infraestrutura de segurança. O repasse será feito por meio da aprovação de projetos específicos e terá acompanhamento da execução financeira.

Compensação financeira
A autora da proposta, deputada Daniela Reinehr (PL-SC), afirma que o objetivo é garantir compensação financeira para quem arca com gastos adicionais no sistema prisional. Ela estima que, com base no orçamento de 2024, o valor chegaria a cerca de R$ 36 milhões.

O relator, deputado Sanderson (PL-RS), destacou que o projeto fortalece a cooperação entre os governos federal, estaduais e municipais. “A proposta conta com fundamento técnico, jurídico e social consistente para aprimorar a política pública penitenciária, promover justiça federativa e assegurar a correta aplicação dos recursos do Funpen conforme o interesse público”, disse o relator.

Próximas etapas
A proposta ainda será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania; e depois pelo Plenário. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Roberto Seabra



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