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Força-tarefa da Semob mantém orientação constante sobre interdição na Av. da Prainha

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A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública informa que, atendendo à solicitação da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT), mantém uma força-tarefa de orientação aos motoristas devido à interdição total da Avenida Tenente Coronel Duarte (Prainha), no trecho entre a Praça Ipiranga e a Avenida Dom Bosco. A decisão é necessária para corrigir problemas estruturais existentes no sistema de drenagem no local, a fim de possibilitar o avanço das obras do BRT, considerando que há risco de desmoronamento. A orientação da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública é para que os condutores se atentem às instruções e optem pelas rotas de desvio sempre que possível, fato que contribui para a fluidez do trânsito na região.

Segundo estimativas da empresa responsável pela obra, a interdição deve se prolongar por 15 dias. Após a conclusão dos serviços neste lado da pista, será interditado o outro lado da Prainha, no sentido contrário (Porto–Centro), para a realização do mesmo serviço, com tempo estimado semelhante.

Devido às obras, a Estação Ipiranga permanece fechada, e o fluxo do transporte coletivo municipal está sendo desviado pela Rua 13 de Junho, aos fundos da estação, como tem sido feito desde o último sábado (24).

No caso do transporte intermunicipal (exceto a linha 08, que desviará pela Rua 13 de Junho), segue desviado pela Rua Clóvis Hugueney, sendo que, ao chegar ao semáforo do cruzamento da Prainha com a Avenida Generoso Ponce, converge à esquerda para acessar a Rua Clóvis Hugueney (lateral da Santa Casa) e depois à direita para entrar na Rua Dom Aquino e acessar a Avenida 15 de Novembro, no Porto. O sistema semafórico já opera com as adequações necessárias para atender às mudanças.

Os problemas foram observados durante escavações para implantação de redes de drenagem e sistema coletor de esgoto. Algumas tubulações que deveriam levar a água da chuva captada pelas bocas de lobo até o Córrego da Prainha estão posicionadas a cerca de 40 centímetros de distância da parede do canal, ou seja, a água não estava sendo levada para dentro do córrego canalizado.

As informações são de que a água está sendo despejada diretamente no solo, o que acaba por carregar material do aterro (a terra embaixo da pista) para dentro do canal, resultando na criação de buracos por baixo da pista, com risco de colapso e, consequentemente, de desmoronamento.

Conforme a Sinfra, os serviços de correção começam de forma imediata por parte do Consórcio Integra BRT, responsável pelas obras no trecho. Será realizado o aterro manual das caixas de drenagem, as pistas serão recortadas para fazer novo aterro nos locais com erosão e será feito o remendo profundo nesses pontos. Depois disso, o asfalto do trecho será raspado e será feita uma nova camada de asfalto.

Rotas de desvio

Opção 1: Para quem vem pela Avenida Tenente Coronel Duarte (Prainha), para chegar ao bairro Porto, acessar a Avenida Getúlio Vargas e, em seguida, acessar pela esquerda a Rua 13 de Junho até a Rua Thogo Pereira (Hospital Geral), virando à esquerda para pegar a Avenida 15 de Novembro.

Opção 2: Vindo pela Avenida Tenente Coronel Duarte, no semáforo da Avenida Generoso Ponce, virar à esquerda e subir a Rua Clóvis Hugueney até o semáforo do Hospital Santa Casa, acessar à direita a Rua Dom Aquino até a Avenida 15 de Novembro.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT



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Comerciantes impulsionam economia no Festival da Pamonha na Comunidade Rio dos Peixes

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Com foco nos comerciantes da região, o 7º Festival da Pamonha da Comunidade Rio dos Peixes segue movimentando a economia local e fortalecendo a agricultura familiar. Realizado às margens da MT-251, o evento reúne produtores e trabalhadores que encontram na tradição do milho uma importante fonte de renda e visibilidade.

Presidente da Associação dos Pamonheiros e à frente da organização desde a primeira edição, Katia Maraiki Schroeder destaca o crescimento contínuo do festival e o impacto direto para quem vive da produção. “Esse evento é muito importante para nós. A cada ano o sucesso é maior. Aumentou a quantidade de milho e de produtores. Começamos com nove e hoje já são 14, e só cresce”, informou.

A diversidade de produtos também chama atenção e amplia as oportunidades de venda ao longo dos dias de evento.

“Hoje tem uma variedade muito grande: licor de milho, bolinho frito, picolé de pamonha, cural, milho cozido e bolo. A cada ano aumenta mais. E os preços são acessíveis, entre R$ 10 e R$ 15, para todo mundo poder consumir”, disse Katia.

Além das tradicionais pamonhas doces, salgadas e recheadas, o público encontra variedade de produtos derivados do milho ao longo do festival. Entre eles estão cural, milho cozido, bolos, doces e até licor de milho, reforçando a diversidade gastronômica e a identidade cultural da região.

A expectativa de público também reforça o potencial econômico para os comerciantes. “A gente calcula entre 4 mil e 5 mil pessoas por dia, porque aqui é rota de passagem. Muita gente para, consome e segue viagem. Isso movimenta bastante.”

Na ponta da venda, quem também sente esse impacto é o comerciante Léo Rodriguez, que trabalha em uma das pamonharias participantes e destaca os produtos mais procurados.

“A nossa especialidade é o caldo de quenga, que é um prato típico, mas também temos pamonha doce e salgada, cural, bolo de milho e sopa paraguaia. O que mais sai é a pamonha e o caldo”, contou.

Com opções variadas, os preços seguem uma média acessível, o que ajuda a atrair consumidores. Para além das vendas, Léo reforça o papel social do festival na geração de renda para trabalhadores da comunidade.

“Ajuda muito, principalmente quem trabalha de forma informal. É uma renda extra, um complemento. Além disso, o pessoal divulga o próprio trabalho, que já é tradição. Isso aqui alimenta muitas famílias”, comentou.

Com apoio institucional da Prefeitura de Cuiabá e presença do prefeito Abilio Brunini na abertura, o festival segue até o dia 21 de abril, consolidando-se como um dos principais eventos gastronômicos e culturais da região.

Segundo o secretário municipal de Agricultura e Trabalho, Vicente Falcão, o festival vai além da valorização cultural e tem impacto direto na economia, ao envolver centenas de trabalhadores e movimentar toda a cadeia produtiva do milho, da produção à comercialização.

“Isso impacta diretamente na economia. São cerca de 300 pessoas trabalhando no evento, desde a produção até as barracas. É um ciclo completo, da terra ao balcão, que gera renda, fortalece a agricultura familiar, garante alimento de qualidade e ainda fecha com sustentabilidade, reaproveitando os resíduos na própria produção”, pontuou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT



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