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Polícia Civil prende suspeito e recupera veículo furtado poucas horas após o crime
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A Polícia Civil prendeu, nessa quarta-feira (28.1), em Nova Xavantina, um homem, de 25 anos, acusado de invadir uma casa em Campinápolis e furtar um veículo e alguns alimentos.
A vítima, de 48 anos, saiu de casa para trabalhar por volta das 06h50 e ao retornar no almoço encontrou o portão aberto e percebeu que seu carro, um VW Gol cinza, havia sido furtado.
Além do veículo, a vítima notou que uma garrafa de café e alguns alimentos haviam sido levados além de um pacote de arroz, um de feijão, macarrão, molho de tomate, 1kg de cebola, 1,5kg de alho e 1kg de frango.
O ladrão pulou o muro da casa, danificando a fechadura da porta e pegou a chave do veículo, que estava sobre o armário. O criminoso danificou a fechadura do motor do portão para abrí-lo manualmente.
Prisão
A vítima procurou a Polícia Civil e afirmou que havia recebido uma visita indesejada um dia antes do crime, que havia insistido em ficar na casa, e, por isso, desconfiava que esta pessoa fosse a autora do furto.
Os investigadores receberam a denúncia de que o suspeito poderia ter levado o veículo para Nova Xavantina e estaria circulando pela cidade. Diante disso, equipes da Delegacia de Nova Xavantina deram início às buscas pelo carro e pelo suspeito.
Ele foi encontrado no bairro Toneto, nas proximidades da Avenida Goiânia. O suspeito tentou fugir com o veículo, depois tentou uma fuga a pé entrando em diversos lotes baldios e quintais de residências, e foi encontrado escondido embaixo de uma lona.
Ele ainda partiu para cima dos policiais, mas foi contido e preso. Ele seguiu resistindo no veículo policial, chegando a amassar a porta do camburão. Foi encontrado um canivete em seu bolso.
O suspeito já havia sido preso no dia 5 de janeiro, devido a uma ocorrência de violência doméstica, e havia saído da Penitenciária Major PM Zuzi Alves da Silva no dia 20 de janeiro com tornozeleira eletrônica.
Ele foi levado para a delegacia, onde foi autuado em flagrante por furto. O delegado Flávio Leonardo Santana Silva representou pela conversão da prisão em preventiva.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Chico Guarnieri é o 5º candidato mais multado do país por desmatamento
O deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB), que busca a reeleição este ano, aparece como o quinto candidato mais multado do Brasil por infrações ambientais desde 2023, segundo levantamento realizado pela Agência Tatu em parceria com o Intercept Brasil. A pesquisa identificou 49 candidatos de 15 partidos que, juntos, acumulam R$ 15,5 milhões em multas aplicadas pelo Ibama.
De acordo com o levantamento, Guarnieri recebeu uma autuação de R$ 970 mil por suposto desmatamento de 194 hectares sem autorização em uma propriedade localizada em Barra do Bugres, na região Médio-Norte de Mato Grosso. A área está inserida no bioma Amazônia.
Com o valor, o parlamentar tucano ocupa a quinta posição no ranking nacional de candidatos com maiores autuações ambientais. O levantamento também aponta que o PL concentra o maior número de nomes na lista: 13 candidatos do partido somam aproximadamente R$ 6 milhões em multas ambientais nos últimos três anos.
Defesa contesta autuação
A defesa de Chico Guarnieri, no entanto, questiona administrativamente a autuação do Ibama e contesta a dimensão da área apontada pelo órgão ambiental.
Segundo os advogados, durante a fiscalização teriam sido identificados apenas cerca de nove hectares dentro de área de preservação, número significativamente inferior aos 194 hectares considerados na autuação.
A defesa também sustenta que, posteriormente, a propriedade teve o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), sem registro de passivo ambiental.
O episódio ganha peso político em meio à campanha eleitoral de 2026. Guarnieri tenta renovar o mandato na Assembleia Legislativa e, no início desta semana, ganhou um importante aceno político ao receber o apoio público do senador Flávio Bolsonaro, durante visita do presidenciável a Campo Novo do Parecis.
A situação, portanto, coloca o candidato tucano em uma posição de atenção justamente em um momento de disputa eleitoral, ao mesmo tempo em que sua defesa busca reverter administrativamente a penalidade aplicada pelo órgão ambiental.
Até o momento, trata-se de uma autuação administrativa contestada pela defesa, e não de uma condenação definitiva por crime ambiental.
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