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Max Russi ganha projeção no Vale do Araguaia e tem nome citado para o Governo de Mato Grosso

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Da Redação
Considerado um dos principais nomes da nova geração política de Mato Grosso, o deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), Max Russi, voltou a ganhar projeção durante a Expedição Araguaia, realizada pela comitiva do governador Mauro Mendes e do vice-governador Otaviano Pivetta.

Ao longo da agenda na região, prefeitos do Vale do Araguaia elogiaram a atuação do parlamentar à frente do Legislativo estadual e passaram a mencionar seu nome como possível candidato ao Governo do Estado nas eleições de outubro.

Em entrevista, Max Russi afirmou receber as manifestações com satisfação, mas ressaltou que o período que antecede as convenções partidárias é tradicionalmente marcado por especulações.

“É positivo ser lembrado por prefeitos e vereadores. Isso mostra que o trabalho desenvolvido na Assembleia tem dado resultados em favor dos municípios. No entanto, ainda estamos em um momento de conjecturas”, ponderou.

Apesar das citações, o presidente da ALMT destacou que, neste momento, seu principal projeto político é a reeleição para deputado estadual. Ele também comentou com cautela rumores sobre um eventual convite para que sua esposa integrasse uma chapa majoritária, como possível candidata a vice-governadora.

No campo das articulações políticas, Max Russi avaliou ainda que uma eventual candidatura sua ao Palácio Paiaguás poderia influenciar o cenário estadual, inclusive levando o senador Wellington Fagundes a reavaliar uma possível disputa pelo Executivo. Segundo o parlamentar, porém, esse debate segue restrito ao campo das especulações.

Homenagens em Barra do Garças

Durante solenidade em Barra do Garças, Max Russi foi homenageado por representantes da comunidade indígena Xavante, que lhe entregaram um colar artesanal como símbolo de respeito e reconhecimento pelo apoio às causas indígenas. O deputado também recebeu uma caixa de pequi, fruto típico do Cerrado, oferecida pelo prefeito de Pontal do Araguaia, Adelcino Lopo.

Na ocasião, o prefeito confirmou que irá se filiar ao Podemos no próximo dia 20 de fevereiro, acompanhando Max Russi, e anunciou ainda a intenção de disputar uma vaga na Assembleia Legislativa, integrando a mesma chapa do presidente da ALMT.

A movimentação política durante a Expedição Araguaia reforça o protagonismo de Max Russi no cenário estadual e o coloca no centro das discussões sobre os rumos da política de Mato Grosso.

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Ônibus escolar rural poderá atender outros alunos e professores, aprova CE

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Professores e outros estudantes poderão utilizar assentos que estejam sobrando nos veículos do transporte escolar rural, desde que isso não prejudique os alunos da educação básica pública que vivem no campo. 

A Comissão de Educação (CE) aprovou nesta quarta-feira (12) um texto substituto da senadora Jussara Lima (PSD-PI) ao Projeto de Lei (PL) 743/2023, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). O parecer foi lido pelo senador Camilo Santana (PT-CE). A proposta deverá passar por votação em turno suplementar antes de seguir para o Plenário do Senado. 

A prioridade continuará sendo dos alunos da educação básica pública residentes em áreas rurais. Somente quando houver lugares disponíveis, e sem prejudicar esse atendimento, os veículos poderão transportar os professores desses alunos e estudantes da zona urbana, da educação superior e da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. 

Nos casos previstos no texto, estados, Distrito Federal e municípios deverão regulamentar a medida e definir os trechos em que o uso compartilhado será permitido. 

Aproveitamento das vagas 

O projeto altera a lei do Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate). Segundo Jussara, há situações em que veículos fazem trajetos em áreas rurais com assentos ociosos. Permitir o uso dessas vagas pode facilitar o deslocamento de professores que trabalham em comunidades rurais e de estudantes de localidades onde há pouca oferta de transporte regular. 

Para a relatora, a medida também pode reduzir a necessidade de frotas paralelas e aproveitar melhor os veículos já disponíveis. A autorização, afirma, não desvirtua a finalidade social do programa, mas amplia a utilidade pública. 

Emenda do senador Camilo Santana, que inclui expressamente os estudantes dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia entre os possíveis beneficiários, foi incorporada ao parecer. 

Jussara ampliou a medida para toda a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, que, conforme o relatório, reúne 39 Institutos Federais, dois Centros Federais de Educação Tecnológica, a Universidade Tecnológica Federal do Paraná, o Colégio Pedro II e 22 escolas técnicas, incluindo colégios agrícolas vinculados a universidades federais. 

A proposta cria ainda uma regra para os veículos oferecidos pelas escolas da rede federal e demais escolas federais aos alunos da educação básica pública residentes em áreas rurais. 

Esses veículos também poderão levar professores e outros estudantes, em trechos autorizados e conforme regulamentação, sempre que houver vagas e sem prejudicar os alunos que são o público prioritário. 

O projeto original previa revogar um dispositivo da Lei 12.816, de 2013, que permite o uso de veículos adquiridos com apoio da União também por estudantes da zona urbana e da educação superior. A relatora optou por manter e atualizar essa regra, em vez de revogá-la. 

De acordo com a senadora, essa lei trata do apoio federal para a compra dos veículos, enquanto a lei do Pnate trata da manutenção do serviço de transporte. Com o substitutivo, as duas normas passam a prever o uso compartilhado nas condições estabelecidas pela proposta.  

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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