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Mixto conquista vitória fora de casa e sobe na tabela do Mato-grossense

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Em uma partida disputada no Estádio Passo das Emas, o Mixto Esporte Clube garantiu uma importante vitória por 2 a 0 sobre o Luverdense, na noite desta quarta-feira. O resultado impulsiona o Alvinegro na tabela do Campeonato Mato-grossense e quebra a sequência do adversário.

O primeiro gol do confronto saiu aos 25 minutos do primeiro tempo, quando o atacante Di Maria, camisa 9 da equipe, balançou as redes, abrindo o placar para o Mixto. Já na segunda etapa, aos 34 minutos, foi a vez de Wanderson, vestindo a camisa 33, ampliar a vantagem, selando a vitória mixtense.

A partida contou com a presença de 1.222 torcedores, que testemunharam a performance do time visitante. Com este triunfo, o Mixto alcança a segunda colocação no Campeonato Mato-grossense, somando agora 7 pontos. O Luverdense, apesar da derrota, mantém a quarta posição na classificação, também com 7 pontos, mas perdendo nos critérios de desempate para os adversários à frente.

A vitória fora de casa é um forte indicativo das ambições do Mixto na competição, mostrando consistência e eficácia ofensiva para seguir na briga pelas primeiras posições.

Fonte: Esportes



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O Brasil perde um gigante: morre Oscar Schmidt, o eterno “Mão Santa”

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Morreu, aos 68 anos, Oscar Schmidt, o maior nome da história do basquete nacional e um dos maiores pontuadores de todos os tempos no esporte mundial.

Ídolo de gerações, Oscar não foi apenas um jogador — foi símbolo de talento, dedicação e amor pelo Brasil. Dono de mais de 49 mil pontos na carreira, o “Mão Santa” construiu uma trajetória que ultrapassou estatísticas e se transformou em legado.

Foram cinco Olimpíadas disputadas, jogos históricos e atuações que desafiaram gigantes do basquete mundial. Um dos momentos mais marcantes foi no Pan-Americano de 1987, quando liderou a seleção brasileira em uma vitória histórica sobre os Estados Unidos, dentro da casa deles.

Oscar fez uma escolha rara: recusou a NBA para continuar defendendo a seleção brasileira. Não foi apenas uma decisão profissional — foi uma declaração de amor à camisa, ao país e ao esporte.

Nos últimos anos, também se tornou exemplo de força fora das quadras, enfrentando um tumor cerebral com coragem e dignidade, inspirando milhares de brasileiros com sua luta pela vida.

A morte de Oscar não representa o fim de uma história, mas a eternização de um nome. Um atleta que transformou o basquete no Brasil, que inspirou gerações e que colocou o país no mapa do esporte mundial.

Hoje, o Brasil não perde apenas um ídolo.
Perde um símbolo.

Eternamente, Mão Santa. 🏀



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