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Semana Pedagógica 2026 mobiliza 10 mil participantes para alinhamento do Ano Letivo

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) iniciou, nesta terça-feira (20.1), a metodologia de colmeias formativas, na Semana Pedagógica 2026, evento que acontece no Complexo Leila Malouf, em Cuiabá. A dinâmica promove espaços simultâneos de aprendizagem, nos quais os participantes se distribuem por trilhas formativas.

As colmeias têm o objetivo de alinhar diretrizes institucionais, garantindo que os profissionais compreendam metas, prioridades e articulações necessárias para o trabalho pedagógico do ano letivo de 2026.

Além disso, as trilhas também devem promover integração entre gestão, professores regentes e professores da Educação Especial, fortalecendo uma cultura colaborativa e de responsabilidade.

Totalizando 10 mil participantes entre os dias 20 a 22 de janeiro, as formações mobilizam mais de 2,5 mil profissionais da educação diariamente. Eles participam de quatro oficinas por dia, com duração de uma hora cada uma delas.

De acordo com a secretária adjunta de Gestão Educacional, Jéssyca Kelly Castro Campos, a organização da Semana Pedagógica, em formato de colmeias formativas, representa uma escolha pedagógica intencional.

“Essa metodologia permite que as escolas e os profissionais circulem por diferentes temáticas, dialoguem com múltiplas áreas do conhecimento e fortaleçam o alinhamento das práticas pedagógicas no cotidiano escolar”, completou.

As formações contemplam temas estratégicos para a rede estadual de ensino, como projetos integrados, avaliação, metodologias ativas, BNCC da Computação, educação socioemocional e política antirracista, além de alfabetização, letramentos, matemática gamificada, robótica educacional, educação financeira e enfrentamento da violência contra à mulher.

Semana Pedagógica 2026

A Semana Pedagógica é um dos principais momentos de organização e alinhamento da educação pública estadual. O objetivo é definir diretrizes pedagógicas, administrativas e de gestão que irão nortear o trabalho das 628 escolas da rede ao longo de 2026, além de integrar novos servidores que passam a atuar neste ano.

Fonte: Governo MT – MT



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Corregedoria desenvolve automação para tornar decisões judiciais mais uniformes

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Captura de tela do sistema PJe (Processo Judicial Eletrônico). À esquerda, lista com vários processos; à direita, painel de A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT), por meio do Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (DAPI), está desenvolvendo uma série de automações voltadas à modernização das rotinas judiciais da Primeira Instância.

A primeira delas é uma ferramenta que utiliza inteligência artificial para identificar automaticamente processos que podem estar relacionados a precedentes qualificados, entendimentos já consolidados pelos tribunais sobre processos semelhantes. A inciativa contribui para a uniformização da jurisprudência e para maior eficiência na gestão processual.

Chamada de LegalFlow, a solução faz a leitura da petição inicial logo após a distribuição no Processo Judicial Eletrônico (PJe) e compara seu conteúdo com uma base de dados de precedentes qualificados. Quando a ferramenta identifica possível correspondência, o sistema cria no PJe uma tarefa denominada “Analisar Precedentes”, permitindo que o usuário avalie a sugestão apresentada pela inteligência artificial.

Na tela, o magistrado ou assessor visualiza um resumo da petição inicial, o precedente identificado e informações sobre o grau de similaridade entre os temas. Caso concorde com a indicação, pode vincular uma etiqueta ao processo para facilitar sua identificação e tratamento. Se entender que não há relação entre o caso concreto e o precedente apontado, basta encerrar a tarefa e o processo segue sua tramitação normal.

Segundo o diretor do DAPI, Guilherme Schultz, a iniciativa busca enfrentar um desafio recorrente da atividade jurisdicional, a identificação de demandas submetidas a precedentes qualificados.

“Atualmente essa análise exige consultas em diferentes bases de dados e fontes de informação, o que impacta tanto no tempo necessário para pesquisa como na qualidade das respostas. Com a automação, conseguimos agilizar esse trabalho, favorecer a uniformização da jurisprudência e contribuir para uma gestão mais eficiente dos processos”, explica.

Nesta primeira etapa, a ferramenta está voltada à identificação de processos relacionados aos Incidentes de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDRs), mecanismo utilizado pelos tribunais para uniformizar o entendimento sobre questões jurídicas que se repetem em diversas ações.

A gestora administrativa do DAPI, Milena Valle Rodrigues, explica que a ferramenta vem sendo utilizada em processos que tramitam nas Varas com competência em Fazenda Pública em todo o Estado. A expectativa, segundo ela, é que a solução seja disponibilizada para todas as unidades judiciais a partir de agosto.

“Também estamos trabalhando na expansão da base de consulta. Até o fim do mês, a ideia é incluir precedentes qualificados do Supremo Tribunal Federal, o STF, e do Superior Tribunal de Justiça, o STJ. Ampliando o alcance da automação e o suporte oferecido às unidades judiciais”, detalha.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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