Mato Grosso
Força Tática prende mulher faccionada por tráfico de drogas em Mirassol d’Oeste
Mato Grosso
Policiais militares da Força Tática do 6º Comando Regional prenderam uma mulher, de 20 anos, por tráfico ilícito de drogas, na noite desta terça-feira (18.2), em Mirassol d’Oeste.
Com a suspeita, identificada como integrante de uma facção criminosa, a PM apreendeu porções de maconha, cocaína e pasta base.
As equipes policiais estavam em patrulhamento pela cidade e receberam informações sobre um ponto de venda de drogas. De acordo com as denúncias, o local seria gerenciado pela integrante da facção.
Os militares foram até o endereço e encontraram a suspeita, com as mesmas características informadas na denúncia, deixando uma motocicleta e entrando em uma vila residencial. A suspeita tentou fugir ao ver as viaturas, mas foi alcançada e detida.
Na abordagem, nada de ilícito foi encontrado com ela. Já na verificação do baú da moto deixada pela mulher, os policiais encontraram meio tablete de maconha. Questionada sobre a droga, a suspeita afirmou que dentro de sua casa havia mais entorpecentes guardados.
A equipe da Força Tática entrou no imóvel e localizou mais meio tablete de maconha, uma sacola contendo pedras de pasta base e mais seis porções grandes de cocaína. Além disso, foi apreendido uma balança de precisão e materiais utilizados para o tráfico.
A mulher recebeu voz de prisão e foi conduzida para a delegacia de Mirassol d’Oeste para registro da ocorrência e demais providências que o caso requer.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Corregedoria desenvolve automação para tornar decisões judiciais mais uniformes
A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT), por meio do Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (DAPI), está desenvolvendo uma série de automações voltadas à modernização das rotinas judiciais da Primeira Instância.
A primeira delas é uma ferramenta que utiliza inteligência artificial para identificar automaticamente processos que podem estar relacionados a precedentes qualificados, entendimentos já consolidados pelos tribunais sobre processos semelhantes. A inciativa contribui para a uniformização da jurisprudência e para maior eficiência na gestão processual.
Chamada de LegalFlow, a solução faz a leitura da petição inicial logo após a distribuição no Processo Judicial Eletrônico (PJe) e compara seu conteúdo com uma base de dados de precedentes qualificados. Quando a ferramenta identifica possível correspondência, o sistema cria no PJe uma tarefa denominada “Analisar Precedentes”, permitindo que o usuário avalie a sugestão apresentada pela inteligência artificial.
Na tela, o magistrado ou assessor visualiza um resumo da petição inicial, o precedente identificado e informações sobre o grau de similaridade entre os temas. Caso concorde com a indicação, pode vincular uma etiqueta ao processo para facilitar sua identificação e tratamento. Se entender que não há relação entre o caso concreto e o precedente apontado, basta encerrar a tarefa e o processo segue sua tramitação normal.
Segundo o diretor do DAPI, Guilherme Schultz, a iniciativa busca enfrentar um desafio recorrente da atividade jurisdicional, a identificação de demandas submetidas a precedentes qualificados.
“Atualmente essa análise exige consultas em diferentes bases de dados e fontes de informação, o que impacta tanto no tempo necessário para pesquisa como na qualidade das respostas. Com a automação, conseguimos agilizar esse trabalho, favorecer a uniformização da jurisprudência e contribuir para uma gestão mais eficiente dos processos”, explica.
Nesta primeira etapa, a ferramenta está voltada à identificação de processos relacionados aos Incidentes de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDRs), mecanismo utilizado pelos tribunais para uniformizar o entendimento sobre questões jurídicas que se repetem em diversas ações.
A gestora administrativa do DAPI, Milena Valle Rodrigues, explica que a ferramenta vem sendo utilizada em processos que tramitam nas Varas com competência em Fazenda Pública em todo o Estado. A expectativa, segundo ela, é que a solução seja disponibilizada para todas as unidades judiciais a partir de agosto.
“Também estamos trabalhando na expansão da base de consulta. Até o fim do mês, a ideia é incluir precedentes qualificados do Supremo Tribunal Federal, o STF, e do Superior Tribunal de Justiça, o STJ. Ampliando o alcance da automação e o suporte oferecido às unidades judiciais”, detalha.
Autor: Larissa Klein
Fotografo:
Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT
Email: [email protected]
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