Mixto x Operário

 Mixto convoca torcida para clássico no  Dutrinha

Jogo marca o primeiro encontro do torcedor mixtense com a Toca do Tigre

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Esporte

Foto: Mixtonet

O presidente do Mixto, Ítalo Salomão, convocou a torcida do clube para comparecer ao clássico dos Milhões contra o Operário-VG, neste sábado (25), no jogo que marca a reinauguração do estádio Dutrinha, ou melhor, a nova Toca do Tigre.

Com o lance mínimo e único de R$ 12 mil dado em setembro do ano passado, o Alvinegro venceu a concessão e irá administrar o palco esportivo mais tradicional da capital mato-grossense pelos próximos 20 anos.

O mandatário do Tigre explicou que espera contar com a casa cheia e até fazer história com o maior público da história do estádio. “Esperamos contar com o apoio do nosso torcedor, queremos o maior público da história do Estádio Presidente Dutra no sábado. Acompanhe essa reinauguração do Dutra, vai ser um evento lindo e você vai ter muito do que se orgulhar pelo resultado aqui do Dutra, que está muito bonito e também se orgulhar também dos três pontos que nós vamos buscar desde o primeiro minuto”, disse Ítalo.

 O presidente ressaltou que o mais importante são os três pontos no duelo que tem o equilíbrio como tônica. Ao todo as equipes se enfrentaram 269 vezes na história, com 98 vitórias do Mixto, 96 do Operário e outros 76 empates.

A expectativa é a melhor possível, temos como fator positivo nosso estádio totalmente requalificado, com as cores do clube, com o escudo do clube, com a identificação do clube e esperamos sair daqui com os três pontos.

Valendo a liderança 

O jogo vale o topo tabela, já que os dois são os dois primeiros colocados. O Mixto é o líder, com o mesmos cinco pontos do vice Operário-VG, estando na frente apenas pelo saldo de gols.

 

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O Brasil perde um gigante: morre Oscar Schmidt, o eterno “Mão Santa”

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Morreu, aos 68 anos, Oscar Schmidt, o maior nome da história do basquete nacional e um dos maiores pontuadores de todos os tempos no esporte mundial.

Ídolo de gerações, Oscar não foi apenas um jogador — foi símbolo de talento, dedicação e amor pelo Brasil. Dono de mais de 49 mil pontos na carreira, o “Mão Santa” construiu uma trajetória que ultrapassou estatísticas e se transformou em legado.

Foram cinco Olimpíadas disputadas, jogos históricos e atuações que desafiaram gigantes do basquete mundial. Um dos momentos mais marcantes foi no Pan-Americano de 1987, quando liderou a seleção brasileira em uma vitória histórica sobre os Estados Unidos, dentro da casa deles.

Oscar fez uma escolha rara: recusou a NBA para continuar defendendo a seleção brasileira. Não foi apenas uma decisão profissional — foi uma declaração de amor à camisa, ao país e ao esporte.

Nos últimos anos, também se tornou exemplo de força fora das quadras, enfrentando um tumor cerebral com coragem e dignidade, inspirando milhares de brasileiros com sua luta pela vida.

A morte de Oscar não representa o fim de uma história, mas a eternização de um nome. Um atleta que transformou o basquete no Brasil, que inspirou gerações e que colocou o país no mapa do esporte mundial.

Hoje, o Brasil não perde apenas um ídolo.
Perde um símbolo.

Eternamente, Mão Santa. 🏀



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