três chapas concorrentes

Câmara de Cuiabá pode ter eleição decidida em dois turnos

Uma das chapas é liderada pelo vereador Jefferson Siqueira, que afirma contar com o apoio de dez votos. Outra chapa, encabeçada pela vereadora novata Paula Calil, declara ter onze votos. Além disso, o grupo G5 anunciou que possui nove votos garantidos

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Foto: Secom Câmara

A disputa pela presidência da Câmara Municipal de Cuiabá, marcada para o dia 1º de janeiro de 2025, pode resultar em um desfecho inédito: uma eleição em dois turnos. Isso ocorre devido à presença de três chapas concorrentes, que até o momento não demonstraram disposição para composição.

Uma das chapas é liderada pelo vereador Jefferson Siqueira, que afirma contar com o apoio de dez votos. Outra chapa, encabeçada pela vereadora novata Paula Calil, declara ter onze votos. Além disso, o grupo G5 anunciou nesta quinta-feira (5) que possui nove votos garantidos.

Segundo o regimento interno da Casa, é necessário um mínimo de 14 votos para vencer a eleição. Com três chapas em disputa, a probabilidade de qualquer uma delas alcançar esse número no primeiro turno é baixa. Caso isso aconteça, o regulamento prevê uma segunda votação entre as duas chapas mais votadas.

O atual presidente da Câmara e vereador  Chico 2000, confirmou essa possibilidade, destacando que a disputa tem se intensificado devido às articulações políticas e à dificuldade de consenso. Se confirmada, esta será a primeira vez que a Câmara Municipal de Cuiabá enfrentará uma eleição em dois turnos.

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CMO analisa crédito de R$ 24,9 milhões para AGU e segurança da Amazônia

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A Comissão Mista de Orçamento (CMO) analisa o Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 10/2026, que abre crédito especial de R$ 24,9 milhões no Orçamento em favor da Advocacia-Geral da União (AGU), do Ministério da Justiça e Segurança Pública e do Ministério da Educação.

A maior parte dos recursos será destinada à AGU, que receberá cerca de R$ 14,9 milhões (60% do total) para viabilizar contribuição eventual à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Os recursos serão usados em atividades de cooperação técnica, capacitação e difusão de jurisprudência em direitos humanos, além da manutenção da adimplência do Brasil junto à instituição.

O Ministério da Justiça receberá aproximadamente R$ 9,9 milhões (39,7%) para ações do Fundo Nacional de Segurança Pública. Entre as medidas previstas, está a execução do Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Plano Amas ), que busca combater crimes na Amazônia Legal e é financiado com recursos não reembolsáveis do Fundo Amazônia. Os recursos também devem ser destinados à construção de bases operacionais em Altamira (PA) e Araguatins (TO), além de ajustes em obras em andamento em Presidente Dutra (MA), Rorainópolis (RR) e Uiramutã (RR).

Já o Ministério da Educação contará com cerca de R$ 74 mil (0,3%) para a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará, destinados ao pagamento de contribuição à Associação Grupo de Tordesilhas de Universidades, no âmbito das contribuições regulares a organismos internacionais de direito privado.

De acordo com a proposta, os recursos para abertura do crédito virão de excesso de arrecadação de doações nacionais, no valor de R$ 9,9 milhões, e de anulação de dotações orçamentárias, no montante de R$ 15 milhões. O PLN ainda precisa ser analisado pela CMO e, posteriormente, pelo Plenário do Congresso Nacional.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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