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Retomada de aulas na rede municipal é adiada para 1º de junho em Sinop

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Da Redação.

A prefeita Rosana Martinelli anunciou, durante transmissão feita via internet, que a retomada das aulas na rede municipal de ensino será para o dia 1º de junho. A princípio, conforme o Decreto Municipal 087/2020, as aulas seriam retomadas na próxima segunda-feira, 18.

No entanto, visando adotar medidas ainda mais rígidas de prevenção à disseminação do novo coronavírus, a gestora de Sinop decidiu, em conjunto com os representantes das escolas municipais, uma nova previsão de data. “Sou representante dos interesses dos sinopenses, da realidade vivida aqui, que é desenhada conforme as atitudes que adotamos diariamente. Por isso tomamos essa decisão, sempre em conjunto com os gestores de cada escola, buscando o melhor caminho para proteger nossas crianças, nossos quase 18 mil alunos”, explicou Rosana.

A retomada de aulas na rede privada de ensino continua autorizada e ocorre conforme o cronograma de cada instituição. “Temos que continuar vigilantes com as medidas preventivas. Por isso cada escola particular retomará as aulas conforme o plano de contingência que cada instituição apresentou a Secretaria de Educação. Lembrando que é opcional aos pais e responsáveis pelos alunos se os leva ou não para a escola”, alerta.

Para as escolas municipais o método, até então, continua o mesmo, com aulas disponibilizadas on line ou em material impresso para quem não mandar o aluno para a escola, sem prejuízo de perda do ano letivo. A partir de 1º de junho a retomada será gradativa e novo cronograma será informado aos pais de alunos.

Além disso, todas as medidas de segurança serão adotadas, rigidamente, como higienização minuciosa das escolas, adoção do uso contínuo de álcool tanto para limpeza de mãos quanto de materiais de alunos e professores, aferição da temperatura corporal dos alunos, distanciamento mínimo de um metro e meio entre os alunos e nova sistemática para o horário de lanche, evitando aglomeração, bem como suspensão de atividades coletivas ao ar livre, como aulas de educação física, por exemplo. Medidas de segurança que serão orientadas, em um primeiro momento, e depois fiscalizadas, inclusive por profissionais especializados em microbiologia, prevenção, contaminação e sanitização.

 

Foto: Prefeitura de Sinop.

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Ex-secretária de Saúde de Cuiabá é alvo de denúncia por supostos benefícios; Prefeitura nega irregularidades

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Servidores da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá denunciaram supostas irregularidades ao Site Afolhanews envolvendo a ex-secretária Danielle Carmona nos últimos dias à frente da pasta.

De acordo com os relatos, a ex-gestora teria se autolotado no próprio gabinete para garantir o recebimento do chamado “prêmio saúde”, no valor de R$ 2 mil. Além disso, também teria concedido a si mesma um período de 60 dias de férias.

A situação provocou revolta entre profissionais da rede municipal, principalmente da enfermagem. Segundo os denunciantes, a gestão costumava negar pedidos de férias superiores a 30 dias para servidores da linha de frente, sob a justificativa de falta de pessoal nas unidades de saúde.

Os servidores apontam ainda incoerência entre discurso e prática da administração municipal. Durante a inauguração da Unidade de Saúde da Família (USF) do bairro Pedregal, o prefeito teria afirmado que não autorizaria férias sem a devida substituição de profissionais, o que reforçou a percepção de tratamento desigual dentro da pasta.

Danielle Carmona é servidora efetiva do município e atua como enfermeira de carreira. Conforme os relatos, ela teria se beneficiado de decisões administrativas tomadas enquanto ainda ocupava o cargo de secretária.

Prefeitura nega irregularidades

Em nota, a Prefeitura de Cuiabá afirmou que não há irregularidades na situação funcional da ex-secretária.

Segundo o município, Danielle Carmona possui todos os direitos garantidos por lei, incluindo férias e benefícios como o prêmio saúde, desde que atendidos os critérios estabelecidos.

A gestão também informou que a lotação em gabinete é um ato administrativo regular, especialmente em períodos de transição, e que a permanência da servidora no local foi previamente alinhada com a atual direção da Secretaria.

Sobre os 60 dias de férias, a Prefeitura destacou que a concessão ocorreu dentro da normalidade administrativa e já havia sido informada anteriormente, não havendo qualquer excepcionalidade.

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