NA CADEIA

GOVERNADOR DIZ QUE POLÍTICOS QUE COMETEM CRIMES E FACCIONADOS DEVEM FICAR NA CADEIA

O chefe do Executivo de Mato Grosso direcionou sua crítica não só aos faccionados, mas, também, aos políticos que cometem crimes

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Política

Governador Mauro Mendes (União) deu declarações bem fortes após receber a informação de que integrantes de uma facção criminosa, alvos da Operação Apito Final deflagrada pela Polícia Civil em Mato e outros Estados, estavam planejando lançar candidaturas políticas em Cuiabá.

O chefe do Executivo de Mato Grosso direcionou sua crítica não só aos faccionados, mas, também, aos políticos que cometem crimes. “Lugar de bandido não é na política fazendo aquilo que deve ser feito por cidadão de bem e sim na cadeia. E aqueles que estão na política fazendo também deviam estar lá”.

O governador, ao ficar ciente da informação de que integrantes de facções criminosas estariam tentando influenciar o poder público, por dentro, acendeu um alerta. Mauro disse que não existem mecanismos adequados para identificar estas pessoas no ato da filiação em algum partido e por isso todos devem ficar atentos.

 

 

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Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

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O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.

O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.

O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.

O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.

Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.

O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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