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Corinthians empata com o Palmeiras com 2 jogadores a menos

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Na noite deste domingo (18.02), o Corinthians entrou em campo pela 9ª rodada do Paulistão 2024. Na Arena Barueri, o adversário foi o Palmeiras no primeiro Derby do ano, e o Corinthians e a equipe mandante ficaram iguais no placar, por 2 a 2, com gols de Yuri Alberto e Garro, no último minuto, com o Coringão sem dois jogadores.

Com o resultado, o Alvinegro soma mais um ponto na competição, chegando aos 10 no total dentro do grupo C, que também conta com Bragantino, Inter de Limeira e Mirassol.  Os dois primeiros colocados do grupo, após 12 rodadas, se enfrentam na próxima fase do Estadual.

Escalação

O técnico António Oliveira iniciou o confronto com Cássio, Fagner, Félix Torres, Gustavo Henrique, Caetano, Fausto Vera, Raniele, Rodrigo Garro, Romero, Wesley e Yuri Alberto. Entraram durante a partida Matheus França, Gustavo Silva, Pedro Henrique, Hugo e Biro. Ainda estavam na reserva: Carlos Miguel, Matías Rojas, Giovane, Matheus Araújo, Raul Gustavo, Léo Mana e Ryan.

Bola em jogo!

A partida iniciou com bastante disputa pela posse de bola entre os clubes. Os primeiros minutos foram de poucas chances de gols para Corinthians e Palmeiras, com um jogo brigado, concentrado no meio de campo.

O Timão chegou com perigo aos 20 minutos. Pela esquerda, Wesley invadiu a grande área e fez o cruzamento rasteiro para o meio, mas a defesa adversária afastou.

Nos minutos seguintes, mais de um jogo cheio de divididas e faltas que interrompiam as jogadas ofensivas. Antes do fim do primeiro tempo, a equipe mandante conseguiu marcar e abrir o placar, 1 a 0 para o adversário.

Segundo tempo

No intervalo, o técnico António Oliveira mexeu pela primeira vez na equipe, colocando Matheus França no lugar de Fagner.

Aos oito minutos, o Timão chegou com perigo em busca do empate. Fausto Vera aproveitou a sobra de bola e arriscou de fora da área, mas o goleiro adversário conseguiu se esticar e evitar o gol Alvinegro.

Aos 15 minutos, mais duas alterações no Corinthians: entraram Gustavo Silva e Pedro Henrique, fazendo a sua estreia, e saíram Wesley e Romero.

Aos 22 minutos, o adversário marcou mais um. 2 a 0.

As duas últimas alterações no Alvinegro foram aos 31 minutos, com as entradas de Biro e Hugo nos lugares Caetano e Fausto Vera.

Aos 41 minutos, Yuri Alberto diminuiu para o Coringão. Gustavo Silva fez ótima jogada pela direita e cruzou na medida para o camisa nove marcar. 2 a 1 em Barueri.

Aos 45 minutos, o goleiro Cássio fez falta no atacante adversário e acabou sendo expulso de campo.

Mesmo com a saída de Yuri Alberto, que saiu após dividida com o adversário, o Timão buscou um empate no último ataque do Coringão no jogo! Garro, em cobrança de falta perfeita, deixou tudo igual!

Aos 59 minutos, o árbitro assinalou o fim da partida.

 





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O Brasil perde um gigante: morre Oscar Schmidt, o eterno “Mão Santa”

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Morreu, aos 68 anos, Oscar Schmidt, o maior nome da história do basquete nacional e um dos maiores pontuadores de todos os tempos no esporte mundial.

Ídolo de gerações, Oscar não foi apenas um jogador — foi símbolo de talento, dedicação e amor pelo Brasil. Dono de mais de 49 mil pontos na carreira, o “Mão Santa” construiu uma trajetória que ultrapassou estatísticas e se transformou em legado.

Foram cinco Olimpíadas disputadas, jogos históricos e atuações que desafiaram gigantes do basquete mundial. Um dos momentos mais marcantes foi no Pan-Americano de 1987, quando liderou a seleção brasileira em uma vitória histórica sobre os Estados Unidos, dentro da casa deles.

Oscar fez uma escolha rara: recusou a NBA para continuar defendendo a seleção brasileira. Não foi apenas uma decisão profissional — foi uma declaração de amor à camisa, ao país e ao esporte.

Nos últimos anos, também se tornou exemplo de força fora das quadras, enfrentando um tumor cerebral com coragem e dignidade, inspirando milhares de brasileiros com sua luta pela vida.

A morte de Oscar não representa o fim de uma história, mas a eternização de um nome. Um atleta que transformou o basquete no Brasil, que inspirou gerações e que colocou o país no mapa do esporte mundial.

Hoje, o Brasil não perde apenas um ídolo.
Perde um símbolo.

Eternamente, Mão Santa. 🏀



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