após 45 dias

Conrado da dupla com Aleksandro recebe alta do Hospital Regional em São Paulo

Ele estava internado por 45 dias após sofreram um grave acidente de ônibus na rodovia Régis Bittencourt que matou Aleksandro e outras cinco pessoas da equipe

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Foto: Rede Social/Instagram

Na última quarta-feira (22) o cantor Conrado, da dupla com Aleksandro, e o músico Júlio César Bigoli, da banda dos sertanejos, recebem alta do Hospital Regional de Registro, em São Paulo. Os dois permaneceram internados no local ao longo de 45 dias após sofreram um grave acidente de ônibus na rodovia Régis Bittencourt que matou Aleksandro e outras cinco pessoas da equipe.

A informação foi passada ao GLOBO pelo delegado Carlos Eduardo Vieira Ceroni, que cuida do caso. Na última terça-feira (21), João Vitor Moreira Soares, que atende pela alcunha artística Conrado, e Júlio César Bigoli prestaram depoimento à polícia.

“Os últimos dois ocupantes do ônibus que estavam internados foram ouvidos ontem”, ressalta Ceroni, que ainda depende do laudo da perícia no veículo para concluir a investigação. “Hoje estarão recebendo alta e retornando para a cidade deles. Segundo informações, vão de avião para a cidade deles”.

Segundo o delegado, a polícia atestou a veracidade do vídeo feito pelo motorista de um carro que foi ultrapassado pelo ônibus em que estava a equipe da dupla sertaneja, em alta velocidade, no dia do acidente e na mesma Rodovia Régis Bittencourt. Autoridades também analisaram imagens coletadas no local em que o ônibus tombou, na altura do quilômetro 402.

Além de Aleksandro, os músicos Wisley Aliston Roberto Novais, Marzio Allan Anibal e Roger Aleixo Calgnoto, o roadie Giovani Gabriel Lopes dos Santos e o técnico de luz Gabriel Fukuda morreram no acidente.

Laudos da perícia técnica e do Instituto Médico Legal (IML) estão sendo estudados com base nos depoimentos de Conrado e Júlio César.

Antes, o delegado havia colhido depoimentos de 13 pessoas, entre passageiros, policiais rodoviários federais e bombeiros, que chegaram primeiro ao local. Um dos mais fundamentais foi o do motorista Valdoir Martins, condutor reserva que dirigia o ônibus da dupla.

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Saúde

Ex-secretária de Saúde de Cuiabá é alvo de denúncia por supostos benefícios; Prefeitura nega irregularidades

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Servidores da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá denunciaram supostas irregularidades ao Site Afolhanews envolvendo a ex-secretária Danielle Carmona nos últimos dias à frente da pasta.

De acordo com os relatos, a ex-gestora teria se autolotado no próprio gabinete para garantir o recebimento do chamado “prêmio saúde”, no valor de R$ 2 mil. Além disso, também teria concedido a si mesma um período de 60 dias de férias.

A situação provocou revolta entre profissionais da rede municipal, principalmente da enfermagem. Segundo os denunciantes, a gestão costumava negar pedidos de férias superiores a 30 dias para servidores da linha de frente, sob a justificativa de falta de pessoal nas unidades de saúde.

Os servidores apontam ainda incoerência entre discurso e prática da administração municipal. Durante a inauguração da Unidade de Saúde da Família (USF) do bairro Pedregal, o prefeito teria afirmado que não autorizaria férias sem a devida substituição de profissionais, o que reforçou a percepção de tratamento desigual dentro da pasta.

Danielle Carmona é servidora efetiva do município e atua como enfermeira de carreira. Conforme os relatos, ela teria se beneficiado de decisões administrativas tomadas enquanto ainda ocupava o cargo de secretária.

Prefeitura nega irregularidades

Em nota, a Prefeitura de Cuiabá afirmou que não há irregularidades na situação funcional da ex-secretária.

Segundo o município, Danielle Carmona possui todos os direitos garantidos por lei, incluindo férias e benefícios como o prêmio saúde, desde que atendidos os critérios estabelecidos.

A gestão também informou que a lotação em gabinete é um ato administrativo regular, especialmente em períodos de transição, e que a permanência da servidora no local foi previamente alinhada com a atual direção da Secretaria.

Sobre os 60 dias de férias, a Prefeitura destacou que a concessão ocorreu dentro da normalidade administrativa e já havia sido informada anteriormente, não havendo qualquer excepcionalidade.

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