"Valorização"
Várzea Grande fomenta comercialização de produtos de pequenos produtores rurais
A iniciativa visa fomentar as atividades dos pequenos produtores rurais do município, com assistência durante toda a cadeia produtiva.
Economia
No fortalecimento da Agricultura Familiar de Várzea Grande, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável lança oficialmente a Feira da Agricultura do mês de novembro. A comercialização dos produtos segue até as festividades do final do ano de 2021. Os produtos orgânicos são oriundos diretamente das comunidades rurais de Várzea Grande que integram a cooperativa de comercialização COOPEVEG.
A iniciativa visa fomentar as atividades dos pequenos produtores rurais do município, com assistência durante toda a cadeia produtiva.
A ‘feirinha de hortifrúti’ ocorrerá todas as quartas-feiras do mês de novembro, das 8h às 17h, no Paço Couto Magalhães, ao lado do Paço das Artes, que fica localizado na Avenida Castelo Branco, n°2500, bairro Centro Sul.
Os servidores públicos da Prefeitura Municipal e população em geral podem conferir de perto produtos fresquinhos do campo e com valores bem acessíveis, comercializados sem a presença de atravessadores e com garantia a segurança alimentar.
Conforme o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Célio Santos, todos os produtos comercializados na Feira da Agricultura Familiar de Várzea Grande são cultivados com adubos orgânicos.
“No local temos à disposição frutas, legumes, raízes e folhosas orgânicas, 100% naturais colhidas e transportadas de maneira adequada por nossa equipe técnica. A ação tem a meta de estimular o protagonismo desses produtores em seus negócios, garantindo também segurança alimentar na mesa dos consumidores”, explicou.
O secretário acrescenta ainda que a Pasta está empenhada no fortalecimento das políticas públicas voltadas à comercialização, fomento e incentivo da economia solidária dos pequenos produtores domiciliados nas áreas rurais de Várzea Grande e Baixada Cuiabana.
Foto: SECOM-VG
Economia
Governo desbloqueia R$ 5,7 bi do Orçamento de 2026
O Orçamento de 2026 terá um desbloqueio de R$ 5,7 bilhões de gastos não obrigatórios, informaram há pouco os Ministérios da Fazenda e do Planejamento. O valor consta do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, documento enviado ao Congresso a cada dois meses que orienta a execução do Orçamento.

Com o desbloqueio, o total de recursos bloqueados em 2026 cai de R$ 23,7 bilhões para R$ 17,9 bilhões. Os bloqueios são necessários para cumprir o limite de gastos do arcabouço fiscal, que prevê crescimento dos gastos até 2,5% acima da inflação para este ano.
Segundo os Ministérios da Fazenda e do Planejamento, o desbloqueio ocorreu principalmente porque a estimativa de vários gastos obrigatórios foi revista para baixo, abrindo espaço para o governo liberar gastos não-obrigatórios.
As principais despesas obrigatórias, cujas estimativas diminuíram em relação ao bimestre anterior são as seguintes:
• Pessoal e encargos sociais: -R$ 4,2 bilhões;
• Benefícios previdenciários: -R$ 3,2 bilhões;
• Benefício de Prestação Continuada (BPC): -R$ 3,2 bilhões;
• Demais despesas: -R$ 100 milhões.
Em contrapartida, o relatório aumentou a previsão dos seguintes gastos obrigatórios:
• Despesas obrigatórios com controle de fluxo (gastos com saúde): +R$ 3,4 bilhões
• Abono e seguro-desemprego (defeso para pescadores): +R$ 1,6 bilhão.
Superávit primário
Pela terceira vez seguida, o relatório não trouxe previsão de contingenciamento, recursos bloqueados temporariamente para cumprir a meta de resultado primário, resultado das contas do governo antes do pagamento da dívida pública.
Segundo os dois ministérios, a projeção de superávit primário neste ano aumentou de R$ 4,1 bilhões para R$ 10,8 bilhões.
O resultado foi possível por causa do aumento da estimativa para as receitas líquidas em R$ 12,3 bilhões em 2026. A previsão para as despesas primárias neste ano subiu R$ 4 bilhões. A estimativa de gastos que podem ser deduzidos da meta de resultado primário caiu em R$ 1,6 bilhão.
Essa conta, no entanto, desconsidera o pagamento de precatórios (dívidas da União com sentença judicial definitiva) e de alguns gastos com saúde, educação e defesa. Com a inclusão dessas despesas, a previsão de déficit primário em 2026 caiu de R$ 60,3 bilhões para R$ 52 bilhões.
Embora a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026 estabeleça meta de superávit primário de R$ 34,3 bilhões, 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB), a equipe econômica considerou o limite inferior de tolerância, que permite déficit zero para este ano. Com o superávit previsto de R$ 10,8 bilhões (pelos critérios do arcabouço fiscal), não é necessário contingenciar o Orçamento.
O desbloqueio adicional dos R$ 5,7 bilhões será detalhado até o próximo dia 30, quando o governo publicar um decreto presidencial com os limites de empenho (autorização de gastos) por ministérios e órgãos federais).
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