COVID-19
Antecipação da 2ª dose na Educação é defendida por Thiago Silva
O parlamentar trabalha para garantir segurança no retorno das aulas presenciais
Política
O deputado estadual Thiago Silva (MDB) defende que o Estado antecipe a aplicação da 2ª dose da vacina contra ao coronavírus para profissionais da educação com objetivo de garantir a biossegurança no retorno às aulas, previsto para 3 de agosto de forma híbrida.
De acordo o deputado, outros países e estados do Brasil já estão adotando a antecipação da vacina com objetivo de prevenir a circulação de novas cepas do vírus e atender as medidas de biossegurança durante o trabalho exercido nas escolas públicas.
“Fizemos essa indicação à Secretaria de Estado de Saúde para que possamos retornar às aulas de forma segura, tanto para professores e inspetores de pátio quanto para os alunos. Outros estados do Brasil já estão antecipando doses e é necessário realizar o mesmo procedimento em Mato Grosso”, afirma o deputado Thiago Silva.
O professor Hélio Braga disse a comunidade escolar é a favor do retorno das aulas, porém aguarda que o governo providencie a segunda dose da vacina, pois isso também demonstra o compromisso em conter a proliferação da covid-19 em Mato Grosso.
Política
Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.
Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.
Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.
Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli
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