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Nossa Senhora do Livramento: Comando Geral recebe crianças de projeto social desenvolvido
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Da Redação
Foi realizada na tarde desta quinta-feira (12.09), no saguão do Comando Geral da PM, a primeira apresentação do projeto do corpo musical da corporação ‘Harmonizando para a vida’, desenvolvido em Nossa Senhora do Livramento (a 42 km de Cuiabá). A iniciativa conta com a participação de 86 crianças e adolescentes com aulas de instrumentos musicais, canto e disciplina militar.
Na ocasião, representantes da Fundação da Infância e do Adolescente (Fia), coordenado pela gestão municipal fizeram a doação de 30 flautas para os alunos.
Criado há um ano, o projeto é realizado em parceria com a prefeitura do município e busca inserir alunos de seis a 17 anos em atividades educativas e culturais. Além de manter o público alvo longe da criminalidade.
O diretor de Ensino Instrução e Pesquisa (Deip), coronel Ronelson Jorge de Barros agradeceu a presença de todos na solenidade, e, em especial destacou as crianças. “As pessoas oferecem o que tem de melhor. O corpo musical da PM oferece alegria e paz, por meio, da música. A canção tem o poder de tocar a alma das pessoas”.
O comandante do Corpo Musical, tenente Márcio Delvalle, explica que o projeto atua no município há um ano e que os alunos são inseridos na ação social, através, da Secretaria Municipal de Assistência Social, por meio do Centro de Referência e Assistência Social (CRAS).
A assistente social Elizabeth Teodoro, conta que o projeto é essencial para os moradores de Livramento. Duas de suas filhas fazem parte da iniciativa. Elas contam no coral e fazem aula de violão e cajón.
“Enquanto profissional sei o quando é importante a iniciativa. As aulas são maravilhosas e ministradas por profissionais de qualificados”.
Miriam Conceição Costa, mãe de Felipe, 13, e Júlia, 11, melhoraram até na disciplina em casa. O comportamento em diversas atitudes são perceptíveis no dia a dia
Fonte: PM-MT / Foto: PM-MT
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Mutirão reúne instituições para solução de conflitos ambientais
Teve início nesta segunda-feira (17) e segue até quarta-feira (19) o Mutirão de Conciliação Ambiental, realizado no Complexo dos Juizados Especiais da Capital. A iniciativa reúne o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o Ministério Público de Mato Grosso, por meio do Centro de Autocomposição de Conflitos (Compor-MPMT), e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).
A proposta do mutirão é incentivar a celebração de acordos entre as partes envolvidas em processos ambientais, por meio da formalização de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs). A medida busca viabilizar a regularização de passivos ambientais e a reparação dos danos causados de forma mais célere e eficiente.
A ação conta com a atuação integrada das instituições parceiras e o apoio de conciliadores e mediadores capacitados, garantindo maior padronização e efetividade nas audiências realizadas ao longo dos três dias de trabalho.
Representam o Ministério Público de Mato Grosso no mutirão os promotores de Justiça Adalberto Biazotto Junior, Miguel Slhessarenko e Marcelo Vacchiano.
O promotor de Justiça Adalberto Biazotto destacou que a iniciativa amplia a política de resolução consensual de conflitos ambientais já desenvolvida pela instituição.
“Esse trabalho segue a sistemática da conciliação. E agora o Compor, do Ministério Público, está abarcando processos de segundo grau. São processos judiciais ambientais que já detêm uma sentença de primeiro grau, mas nada impede que nós consigamos avançar em acordos”, afirmou.
O promotor ressaltou que os procedimentos adotados seguem critérios técnicos e padronizados, sempre com foco na proteção ambiental e na busca por soluções equilibradas para os envolvidos.
“Seguimos uma sistemática, uma padronização e sempre priorizando a proteção do meio ambiente, sem nos descuidarmos do aspecto social, principalmente quando se trata de pequenos proprietários rurais, sem histórico de degradação ambiental”, explicou.
Segundo Adalberto Biazotto, a conciliação representa uma alternativa capaz de tornar mais eficiente a resolução dos conflitos ambientais, proporcionando benefícios tanto para o meio ambiente quanto para a sociedade.
A expectativa é de que o mutirão contribua para ampliar a resolução consensual dos litígios ambientais, promovendo a recuperação de áreas degradadas, a adequação às normas ambientais e a construção de soluções mais rápidas e efetivas para os casos em tramitação na Justiça.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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