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Juara: Dois suspeitos de manter família de gerente de banco como refém são mortos após confronto

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Da Redação

Dois suspeitos de fazerem um gerente de um banco juntamente com a família como reféns durante um assalto na cidade de Juara (690 km de Cuiabá) foram mortos após um confronto com policiais militares, nesta quinta-feira (05).

De acordo com as informações, os quatro criminosos que participaram da ação fugiram para uma fazenda no município de Porto dos Gaúchos (644 km de Cuiabá) com o dinheiro que foi subtraído das vítimas após 14 horas mantendo familiares como reféns.

Após um trabalho de investigação os policiais se deslocaram até a propriedade onde os criminosos estavam escondidos e no momento que chegavam foram recebidos a tiros, houve um confronto que deixou dois dos quatro suspeitos mortos.

Os policiais ainda conseguiram prender um dos assaltantes e outro conseguiu fugir dos policiais após se embrenhar em um matagal. A polícia está fazendo buscas na região para tentar encontrar o fugitivo, porém até o momento ele não foi localizado. O nome dos mortos, assim como do criminoso preso não foram divulgados.

O crime

Na última terça-feira (03), três homens armados abordaram o gerente de uma cooperativa de crédito no momento que ele saia de casa, após a abordagem o mesmo foi levado para o interior da residência juntamente com sua família.

Os criminosos mantiveram a esposa e o filho do gerente como reféns durante 14 horas enquanto isso, o gerente foi levado por um dos bandidos para realizar saques em caixas eletrônicos.

De acordo com as informações, após realizar os saques os bandidos saíram em um veículo levando a esposa e o filho que foram liberados momentos depois em um local distante da cidade, desde então a polícia vinha investigando o caso e conseguiu chegar aos criminosos nesta quinta-feira.

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Mutirão reúne instituições para solução de conflitos ambientais

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Teve início nesta segunda-feira (17) e segue até quarta-feira (19) o Mutirão de Conciliação Ambiental, realizado no Complexo dos Juizados Especiais da Capital. A iniciativa reúne o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o Ministério Público de Mato Grosso, por meio do Centro de Autocomposição de Conflitos (Compor-MPMT), e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).
A proposta do mutirão é incentivar a celebração de acordos entre as partes envolvidas em processos ambientais, por meio da formalização de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs). A medida busca viabilizar a regularização de passivos ambientais e a reparação dos danos causados de forma mais célere e eficiente.
A ação conta com a atuação integrada das instituições parceiras e o apoio de conciliadores e mediadores capacitados, garantindo maior padronização e efetividade nas audiências realizadas ao longo dos três dias de trabalho.
Representam o Ministério Público de Mato Grosso no mutirão os promotores de Justiça Adalberto Biazotto Junior, Miguel Slhessarenko e Marcelo Vacchiano.
O promotor de Justiça Adalberto Biazotto destacou que a iniciativa amplia a política de resolução consensual de conflitos ambientais já desenvolvida pela instituição.
“Esse trabalho segue a sistemática da conciliação. E agora o Compor, do Ministério Público, está abarcando processos de segundo grau. São processos judiciais ambientais que já detêm uma sentença de primeiro grau, mas nada impede que nós consigamos avançar em acordos”, afirmou.
O promotor ressaltou que os procedimentos adotados seguem critérios técnicos e padronizados, sempre com foco na proteção ambiental e na busca por soluções equilibradas para os envolvidos.
“Seguimos uma sistemática, uma padronização e sempre priorizando a proteção do meio ambiente, sem nos descuidarmos do aspecto social, principalmente quando se trata de pequenos proprietários rurais, sem histórico de degradação ambiental”, explicou.
Segundo Adalberto Biazotto, a conciliação representa uma alternativa capaz de tornar mais eficiente a resolução dos conflitos ambientais, proporcionando benefícios tanto para o meio ambiente quanto para a sociedade.
A expectativa é de que o mutirão contribua para ampliar a resolução consensual dos litígios ambientais, promovendo a recuperação de áreas degradadas, a adequação às normas ambientais e a construção de soluções mais rápidas e efetivas para os casos em tramitação na Justiça.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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