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Poconé: Polícia Civil retira 32 toneladas de sucata em operação Limpa Pátio Poconé

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Da Redação

Aproximadamente 32 toneladas de sucata depositada no pátio da antiga Delegacia de Polícia de Poconé (104 km ao Sul), local em que atualmente funciona a Cadeia Pública local, foram retiradas pela Polícia Judiciária Civil em parceria com a sociedade organizada, após autorização expedida pela Justiça.

A operação denominada “Limpa Pátio Poconé” foi realizada durante dois dias, quarta e quinta-feira (28 e 29.08), resultando em um pátio devidamente limpo próximo a Cadeia Pública.

Além da preservação ao meio ambiente, o trabalho de limpeza e arrumação gerou um lucro de R$ 12 mil, pelo material reciclado, pagos em espécie pela empresa VW Peças e depositado em conta judicial vinculada ao processo.

Ha cinco anos, desde que a Polícia Civil de Poconé se mudou para o novo endereço, foi deixado no pátio onde atualmente funciona a Cadeia Pública da cidade, o passivo da Delegacia de `Polícia que ao longo do tempo, se transformou em sucata.

Na intenção de resolver o problema do acúmulo de veículos referentes as apreensões de muitos anos, o delegado de Poconé, João Eduardo Alencar, passou a buscar por ajustes junto a estabelecimentos de ferro velho, visando resolver o encalce dos entulhos aglomerados no local.

Após várias tratativas e mediante autorização judicial para se desfazer das antigas apreensões, foi acordado com a empresa VW Peças de Várzea Grande, para remoção do entulho. Para concretização da tarefa foi necessário a utilização de tratores, escavadeira e caminhões, que retiraram do pátio aproximadamente 32 toneladas de ferro velho.

Conforme o delegado João Eduardo Alencar, pela entrega da sucata para reciclagem, o proprietário da VW Peças pagou o valor  R$ 12 mil, quantia bem maior que o estimado inicialmente.

“Assim, com ajuda de máquinas adequadas e apoio de mão de obra contratada e de reeducandos, ao longo dos dois dias, todos os veículos foram retirados do pátio. Alguns que ainda possuíam seus números de chassis, que foram limpos e recortados, para comunicação junto ao Departamento de Trânsito (Detran)”, destacou João Eduardo Alencar.

A operação “Limpa pátio Poconé” foi acompanhada por representantes do Ministério Público e Poder Judiciário.

Fonte: PJC-MT / Fotos: PJC-MT

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Mutirão reúne instituições para solução de conflitos ambientais

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Teve início nesta segunda-feira (17) e segue até quarta-feira (19) o Mutirão de Conciliação Ambiental, realizado no Complexo dos Juizados Especiais da Capital. A iniciativa reúne o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o Ministério Público de Mato Grosso, por meio do Centro de Autocomposição de Conflitos (Compor-MPMT), e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).
A proposta do mutirão é incentivar a celebração de acordos entre as partes envolvidas em processos ambientais, por meio da formalização de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs). A medida busca viabilizar a regularização de passivos ambientais e a reparação dos danos causados de forma mais célere e eficiente.
A ação conta com a atuação integrada das instituições parceiras e o apoio de conciliadores e mediadores capacitados, garantindo maior padronização e efetividade nas audiências realizadas ao longo dos três dias de trabalho.
Representam o Ministério Público de Mato Grosso no mutirão os promotores de Justiça Adalberto Biazotto Junior, Miguel Slhessarenko e Marcelo Vacchiano.
O promotor de Justiça Adalberto Biazotto destacou que a iniciativa amplia a política de resolução consensual de conflitos ambientais já desenvolvida pela instituição.
“Esse trabalho segue a sistemática da conciliação. E agora o Compor, do Ministério Público, está abarcando processos de segundo grau. São processos judiciais ambientais que já detêm uma sentença de primeiro grau, mas nada impede que nós consigamos avançar em acordos”, afirmou.
O promotor ressaltou que os procedimentos adotados seguem critérios técnicos e padronizados, sempre com foco na proteção ambiental e na busca por soluções equilibradas para os envolvidos.
“Seguimos uma sistemática, uma padronização e sempre priorizando a proteção do meio ambiente, sem nos descuidarmos do aspecto social, principalmente quando se trata de pequenos proprietários rurais, sem histórico de degradação ambiental”, explicou.
Segundo Adalberto Biazotto, a conciliação representa uma alternativa capaz de tornar mais eficiente a resolução dos conflitos ambientais, proporcionando benefícios tanto para o meio ambiente quanto para a sociedade.
A expectativa é de que o mutirão contribua para ampliar a resolução consensual dos litígios ambientais, promovendo a recuperação de áreas degradadas, a adequação às normas ambientais e a construção de soluções mais rápidas e efetivas para os casos em tramitação na Justiça.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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