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Contra reforma, agentes penitenciários tentam invadir Câmara

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Os agentes protestam contra a retirada do destaque que poderia garantir aposentadoria diferenciada para a categoria, com idade mínima de 55 anos

 

Da Redação

 

Agente penitenciários tentam entrar neste momento na Câmara dos Deputados por meio do anexo 4, prédio onde ficam os gabinetes dos parlamentares, para protestar contra a reforma da Previdência. O edifício tem um acesso subterrâneo até o anexo 2, sede das comissões. Os agentes gritam: “Libera, libera”. Policiais legislativos estão no local com escudos, capacetes e máscaras de gás tentando conter a manifestação.

Agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) também participam do protesto. Apenas uma grade separa os agentes do acesso ao prédio. A grade é mais frágil do que a que foi rompida na semana passada pelos agentes penitenciários que invadiram a Câmara.

O acesso aos anexos está completamente bloqueado. Servidores da própria Câmara chegaram a ser barrados e só tiveram a passagem liberada mediante a apresentação de crachá.

Os agentes penitenciários protestam contra a retirada do destaque que poderia garantir aposentadoria diferenciada para a categoria, com idade mínima de 55 anos. Ironicamente, a Polícia Legislativa, que tenta conter a manifestação, foi agraciada com o benefício.

Um acordo do governo vai levar a votação da aposentadoria especial dos agentes penitenciários para o plenário da Câmara, mas a categoria considera esse acordo prejudicial a eles. Isso porque a quantidade de votos necessários é maior e mais difícil de se conseguir.

Ao saber da manifestação, o presidente da comissão especial, deputado Carlos Marun (PMDB-MS), resignou-se. “Agora é só torcer que não façam bobagem”, disse.

 

 

 

Fonte: Estadão Conteúdo

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Judiciário de MT Explica: por que falar de Equidade Racial importa?

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Há muita diferença entre tratar as pessoas de forma igual e tratá-las com justiça. E para explicar melhor é fundamental falar de igualdade versusequidade racial.

De forma resumida, conforme o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a igualdade garante o tratamento igualitário perante a lei, enquanto a equidade ajusta esse tratamento às necessidades específicas de cada indivíduo ou grupo.

Assim, a equidade busca promover a aplicação da justiça na prática para corrigir desigualdades e desvantagens históricas por meio de ações afirmativas.

Depois de estudos iniciados a partir da Portaria 108/2020, o CNJ lançou em 2022 o Pacto Nacional pela Equidade Racial, do qual o Poder Judiciário de Mato Grosso é signatário a partir do Comitê de Equidade Racial.

Por meio dele, o Judiciário mato-grossense passou a realizar cursos de letramento racial e práticas antirracistas, oficinas nas diferentes áreas e outras ações no âmbito do Tribunal de Justiça e nas comarcas.

O trabalho busca promover a equidade, fortalecer a democracia, unir as pessoas pelo respeito para mostrar que o conhecimento é a melhor ferramenta para transformar a nossa realidade.

Autor: Lídice Lannes

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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