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Guedes promete reduzir o preço do gás pela metade ‘em benefício dos mais pobres’

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Ministro garantiu que na próxima segunda-feira, 29, fará reunião com o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, para acelerar o projeto

Da Redação

O ministro da EconomiaPaulo Guedes, estima que em no máximo 60 dias serão tomadas medidas para reduzir o preço do gás natural pela metade. 

Ao lado do economista Carlos Langoni, após mais uma reunião sobre o assunto no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira, 26, Guedes garantiu que vai vencer a resistência da Petrobrás, com o apoio do presidente da estatal, Roberto Castello Branco.

“A ideia é levar para as famílias brasileiras pela metade do preço. Reindustrializar o País com energia barata é muito atraente para nós”, disse Guedes em entrevista em frente ao Ministério da Economia.

O titular da pasta afirmou que até mesmo um consultor que mandou para a Petrobrás durante a campanha eleitoral foi cooptado pela burocracia da empresa e apresentou um plano de quatro anos para reduzir o preço do gás.

“São medidas muito simples, de uma simplicidade franciscana”, disse Langoni, afirmando que as medidas envolvem a ANP e o Cade.

Segundo Guedes, já na próxima segunda-feira, 29, fará reunião com o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, para acelerar o projeto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: O Estado de S.Paulo / https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,guedes-promete-reduzir-o-preco-do-gas-pela-metade-em-beneficio-dos-mais-pobres,70002805461

Foto: REUTERS/Adriano Machado

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Paim pede ampliação do número de auditores fiscais do trabalho

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O senador Paulo Paim (PT-RS), em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (12), pediu a ampliação do quadro de auditores fiscais do trabalho. O parlamentar afirmou que o déficit de profissionais compromete a fiscalização da legislação trabalhista e as ações de combate ao trabalho escravo e infantil e de prevenção de acidentes.

Segundo Paim, o país possui cerca de 2,6 mil auditores para mais de 103 milhões de trabalhadores. Ele citou dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para concluir que a cobertura da fiscalização brasileira está abaixo da registrada em países como Uruguai, Chile, Argentina e Colômbia.

— Sem auditores em campo, num país com profundas raízes escravistas, não há garantia de cumprimento da lei. Não há resgate de vidas vulneráveis. Não há redução do trabalho infantil. E não há prevenção real dos acidentes — disse.

O senador ressaltou que os auditores passaram a exercer novas atribuições nos últimos anos, entre elas a fiscalização da igualdade salarial entre homens e mulheres e de riscos psicossociais que possam afetar a saúde dos trabalhadores. Para Paim, o aumento das responsabilidades deve ser acompanhado pelo reforço do quadro de profissionais.

Crescem os desafios, as demandas. O quadro de auditores no Brasil se mantém reduzido, tanto levando-se em conta a determinação da Convenção 81 da OIT, que tem status supralegal no ordenamento pátrio, quanto levando-se em conta outras comparações internacionais — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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