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Mendes diz que tomará medidas para reabertura da Santa Casa após Prefeitura não apresentar solução

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Temos equipamento de Saúde Pública, contratualizado com Cuiabá, que presta serviços de alta e média complexidade, porém está fechado

 

Da Redação

Em conversa com a imprensa, na tarde de quarta-feira (24), o atual governador de Mato Grosso Mauro Mendes (DEM) disse que até semana que vem irá analisar um plano de viabilidade para a reabertura da Santa Casa de Misericórdia, fechada desde o dia 11 de março deste ano.

Segundo Mendes, o dever de apresentar uma solução para a reabertura da instituição é da Prefeitura de Cuiabá, mas as providências para a unidade voltar ao seu funcionamento não foram tomadas.

“O Município é o gestor pleno e possui os contratos para serviços prestados, mas estamos nos propondo a apresentar uma proposta para a reabertura da Santa Casa na semana que vem. A conclusão a sociedade que faça” afirmou o democrata.

O encarregado por apresentar o plano de viabilidade, segundo Mendes, é o secretário de Saúde de Mato Grosso Gilberto Figueiredo (PSB), que deve apresentar uma proposta que preserve o dinheiro público.

“Temos equipamento de Saúde Pública, contratualizado com Cuiabá e que presta serviços de alta e média complexidade, porém está fechado e o Município não tomou as medidas cabíveis. Nós faremos”, afirmou Mauro Mendes, sem citar o nome do atual prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB).

“A solução nem eu sei qual vai ser. Vamos esperar os técnicos estudarem, mas garanto que vamos tomar a melhor decisão”, completou o Governador.

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Paim pede ampliação do número de auditores fiscais do trabalho

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O senador Paulo Paim (PT-RS), em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (12), pediu a ampliação do quadro de auditores fiscais do trabalho. O parlamentar afirmou que o déficit de profissionais compromete a fiscalização da legislação trabalhista e as ações de combate ao trabalho escravo e infantil e de prevenção de acidentes.

Segundo Paim, o país possui cerca de 2,6 mil auditores para mais de 103 milhões de trabalhadores. Ele citou dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para concluir que a cobertura da fiscalização brasileira está abaixo da registrada em países como Uruguai, Chile, Argentina e Colômbia.

— Sem auditores em campo, num país com profundas raízes escravistas, não há garantia de cumprimento da lei. Não há resgate de vidas vulneráveis. Não há redução do trabalho infantil. E não há prevenção real dos acidentes — disse.

O senador ressaltou que os auditores passaram a exercer novas atribuições nos últimos anos, entre elas a fiscalização da igualdade salarial entre homens e mulheres e de riscos psicossociais que possam afetar a saúde dos trabalhadores. Para Paim, o aumento das responsabilidades deve ser acompanhado pelo reforço do quadro de profissionais.

Crescem os desafios, as demandas. O quadro de auditores no Brasil se mantém reduzido, tanto levando-se em conta a determinação da Convenção 81 da OIT, que tem status supralegal no ordenamento pátrio, quanto levando-se em conta outras comparações internacionais — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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