Política

Sema apresenta para juízes federais e membros da OAB ações do Simcar

Publicado em

Política

Da Redação

 

 

Representantes da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) se reuniram com a Comissão de Meio Ambiente da Ordem dos Advogados do Brasil – seccional Mato Grosso (OAB-MT) e juízes federais na tarde de quarta-feira (20.03), em Sinop, para discutir a Autorização Provisória de Funcionamento (APF). Na reunião, a Sema apresentou parâmetros e medidas legais adotadas.

A Secretaria atendeu a um pedido para demonstrar a segurança do sistema da APF. Também compartilhou o plano de ação para normalização do Cadastro Ambiental Rural, estabelecido a partir do Termo de Compromisso Ambiental firmado com o Ministério Público estadual em janeiro de 2019, explicou a secretária de Meio Ambiente Mauren Lazzaretti. “Apresentamos para o poder Judiciário todas as ações implementadas pela Sema, para transmitir confiança nos atos realizados pelo órgão. A reunião também foi importante para estreitar o relacionamento e facilitar a comunicação contínua que existe entre o poder Judiciário e Executivo.

A reunião foi realizada no prédio da Justiça Federal, em Sinop, com a participação de três juízes federais lotados no município: Murilo Mendes, André Santos, Marcel Linhares. Também esteve presente o procurador federal Leandro Almeida; presidente da Comissão de Meio Ambiente estadual da OAB, Renata Viviane, presidente da Comissão de Meio Ambiente de Sinop, Adriana Pomer; peritos judiciais; advogados e assessores da Justiça Federal de Sinop.

Regularização Ambiental dos Imóveis Rurais

O governo de Mato Grosso, por meio das secretarias de Meio Ambiente e Segurança Pública, firmou com Ministério Público do Estado um Termo de Compromisso Ambiental (TCA) para regularização ambiental dos imóveis rurais do Estado. Os objetivos do TCA são melhorias no Sistema Mato-Grossense de Cadastro Ambiental Rural (Simcar), melhorias nos procedimentos de análise e ampliação no quadro de analistas.  O documento estabelece um cronograma para análise e validação dos registros e foi assinado em janeiro deste ano.  

A Controladoria Geral do Estado (CGE) irá analisar os processos e emitir uma orientação para realização de auditoria interna pela Sema nos Cadastros Ambientais Rurais validados, como forma de aferir a credibilidade das análises, enquanto a Sesp fará a varredura periódica no Simcar em busca de possíveis fragilidades no sistema.

Para assegurar a atuação dos órgãos de controle externo a Sema irá, no prazo de doze meses, tornar mais eficiente o módulo Simcar Parceiros, garantindo acesso às informações sobre a gestão dos Cadastros e Analistas, desde o início da inscrição do cadastro, incluindo toda a tramitação do registro, sua validação, assinatura de Termos de Compromisso e monitoramento.

Autorização Provisória de Funcionamento de Atividade Rural

O Governo de Mato Grosso prorrogou a vigência da Autorização Provisória de Funcionamento de Atividade Rural, que regulariza o funcionamento de atividades agropecuárias no Estado, até dezembro de 2019. O prazo é para que se efetive o sistema de Licenciamento Ambiental Único (LAU), que substituirá efetivamente a APF.

O sistema de licenciamento digital de atividades de agricultura e pecuária está em fase de desenvolvimento. Por ser um sistema muito abrangente, rico em detalhes e integrações com outros sistemas já em operação na Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), o seu desenvolvimento necessita de um prazo maior para a sua finalização. A Pasta priorizou a execução da ordem de serviço para desenvolvimento do sistema para que este entre em vigor ainda este ano.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Política

Paim pede ampliação do número de auditores fiscais do trabalho

Publicados

em


O senador Paulo Paim (PT-RS), em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (12), pediu a ampliação do quadro de auditores fiscais do trabalho. O parlamentar afirmou que o déficit de profissionais compromete a fiscalização da legislação trabalhista e as ações de combate ao trabalho escravo e infantil e de prevenção de acidentes.

Segundo Paim, o país possui cerca de 2,6 mil auditores para mais de 103 milhões de trabalhadores. Ele citou dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para concluir que a cobertura da fiscalização brasileira está abaixo da registrada em países como Uruguai, Chile, Argentina e Colômbia.

— Sem auditores em campo, num país com profundas raízes escravistas, não há garantia de cumprimento da lei. Não há resgate de vidas vulneráveis. Não há redução do trabalho infantil. E não há prevenção real dos acidentes — disse.

O senador ressaltou que os auditores passaram a exercer novas atribuições nos últimos anos, entre elas a fiscalização da igualdade salarial entre homens e mulheres e de riscos psicossociais que possam afetar a saúde dos trabalhadores. Para Paim, o aumento das responsabilidades deve ser acompanhado pelo reforço do quadro de profissionais.

Crescem os desafios, as demandas. O quadro de auditores no Brasil se mantém reduzido, tanto levando-se em conta a determinação da Convenção 81 da OIT, que tem status supralegal no ordenamento pátrio, quanto levando-se em conta outras comparações internacionais — afirmou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA