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Câmara de VG homenageia presidente do TJMT e outros integrantes do Judiciário

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Além da presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Maria Helena Gargaglione Póvoas, também receberam títulos a juíza Christiane da Costa Marques Neves e a tenente-coronel Caroline Bianca de Almeida Chiroli
Da Redação
Na manhã de hoje (15), o presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, vereador Fábio José Tardin – Fabinho (DEM), recebeu a presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Maria Helena G. Póvoas, juntamente com a juíza Christiane da Costa Marques Neves e a tenente-coronel Caroline Bianca de Almeida Chrioli. As autoridades do Judiciário foram homenageadas pelo Legislativo com o título de Cidadão Várzea-Grandense.
Conforme o titular da Mesa Diretora do Parlamento, autora dessa homenagem, outorgar o título de Cidadão Várzea-Grandense aos que representam o Judiciário é mais do que merecido, levando-se em conta o grande trabalho executado pelo órgão em prol daqueles que mais precisam ser assistidos pela Justiça.
“Não conseguiríamos viver sem a Justiça nos resguardando de tudo e todos. Nós, da Câmara de VG, sentimo-nos honrados por poder estender esse reconhecimento a pessoas tão dignas no trato diário e abnegado de suas funções no Judiciário. A desembargadora Maria Helena Póvoas é uma das estrelas confiantes de que a Justiça existe e atua coletivamente, de forma compenetrada, sem distinções de classes, cor, credo, etc… Seus componentes são profissionais aguerridos, sempre com olhar zeloso à sociedade. Merecedores, portanto, de todas as homenagens possíveis”.
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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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