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Câmara de VG homenageia presidente do TJMT e outros integrantes do Judiciário

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Além da presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Maria Helena Gargaglione Póvoas, também receberam títulos a juíza Christiane da Costa Marques Neves e a tenente-coronel Caroline Bianca de Almeida Chiroli
Da Redação
Na manhã de hoje (15), o presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, vereador Fábio José Tardin – Fabinho (DEM), recebeu a presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargadora Maria Helena G. Póvoas, juntamente com a juíza Christiane da Costa Marques Neves e a tenente-coronel Caroline Bianca de Almeida Chrioli. As autoridades do Judiciário foram homenageadas pelo Legislativo com o título de Cidadão Várzea-Grandense.
Conforme o titular da Mesa Diretora do Parlamento, autora dessa homenagem, outorgar o título de Cidadão Várzea-Grandense aos que representam o Judiciário é mais do que merecido, levando-se em conta o grande trabalho executado pelo órgão em prol daqueles que mais precisam ser assistidos pela Justiça.
“Não conseguiríamos viver sem a Justiça nos resguardando de tudo e todos. Nós, da Câmara de VG, sentimo-nos honrados por poder estender esse reconhecimento a pessoas tão dignas no trato diário e abnegado de suas funções no Judiciário. A desembargadora Maria Helena Póvoas é uma das estrelas confiantes de que a Justiça existe e atua coletivamente, de forma compenetrada, sem distinções de classes, cor, credo, etc… Seus componentes são profissionais aguerridos, sempre com olhar zeloso à sociedade. Merecedores, portanto, de todas as homenagens possíveis”.
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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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