Mato Grosso
Max Russi: histórico de trabalho que resulta interinamente no Governo do Estado
Mato Grosso
Da Redação
Uma progressão política, construindo legado, desde vereador e prefeito pelo município de Jaciara, por dois mandatos, onde desenvolveu trabalhos que o elegeu a deputado estadual, passando pela Casa Civil, na gestão passada. Reeleito, assumiu primeira secretaria, e logo depois a presidência da Assembleia Legislativa. Hoje, Max Russi exerce o maior cargo político, como governador do Estado de Mato Grosso.
“Estou assumindo o governo do estado, interinamente, no dia de hoje. O governador Mauro Mendes e o vice, Otaviano Pivetta estão cumprindo uma agenda na Bolívia, para a assinatura do tratado de fornecimento de gás industrial para Mato Grosso. Esse é um dia histórico para o nosso estado e estou feliz, com essa oportunidade. Estarei aqui por um dia, com fé em Deus, para dar sequência aos trabalhos do Executivo”, explicou o governador Max Russi.

Foto: Arquivo pessoal/Facebook
Desde quando ganhou a primeira eleição para vereador em Jaciara, quando tinha apenas 23 anos, Max Russi vem mostrando habilidade política, envolvendo as demandas popular, com os trabalhos do poder legislativo e executivo.
Conhecedor dos direitos e deveres, tanto do cargo de vereador, quanto de prefeito, por onde passou, Max Russi chegou na Assembleia Legislativa mostrando habilidade política, foi convidado pelo então governador da época, para assumir a Casa Civil, quando desenvolveu importantes trabalhos sociais.
Reeleito a deputado estadual, Max Russi compôs a chapa pela disputa da Mesa Diretora, com o cargo de primeiro secretário, quando também foi eleito, porém, meses depois assumiu o cargo de Presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso.
Hoje, foi publicada em suas redes sociais, como Governador do Estado de Mato Grosso, que vai exercer o mandato, enquanto Mauro Mendes e o vice, Otaviano Pivetta estão cumprindo agenda fora do Brasil.
Foto: arquivo pessoal
Mato Grosso
TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.
A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.
O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.
“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.
A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.
“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.
Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.
O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.
Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.
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