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Max Russi: histórico de trabalho que resulta interinamente no Governo do Estado

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Da Redação

Uma progressão política, construindo legado, desde vereador e prefeito pelo município de Jaciara, por dois mandatos, onde desenvolveu trabalhos que o elegeu a deputado estadual, passando pela Casa Civil, na gestão passada. Reeleito, assumiu primeira secretaria, e logo depois a presidência da Assembleia Legislativa. Hoje, Max Russi exerce o maior cargo político, como governador do Estado de Mato Grosso.

“Estou assumindo o governo do estado, interinamente, no dia de hoje. O governador Mauro Mendes e o vice, Otaviano Pivetta estão cumprindo uma agenda na Bolívia, para a assinatura do tratado de fornecimento de gás industrial para Mato Grosso. Esse é um dia histórico para o nosso estado e estou feliz, com essa oportunidade. Estarei aqui por um dia, com fé em Deus, para dar sequência aos trabalhos do Executivo”, explicou o governador Max Russi.

Foto: Arquivo pessoal/Facebook

Desde quando ganhou a primeira eleição para vereador em Jaciara, quando tinha apenas 23 anos, Max Russi vem mostrando habilidade política, envolvendo as demandas popular, com os trabalhos do poder legislativo e executivo.

Conhecedor dos direitos e deveres, tanto do cargo de vereador, quanto de prefeito, por onde passou, Max Russi chegou na Assembleia Legislativa mostrando habilidade política, foi convidado pelo então governador da época, para assumir a Casa Civil, quando desenvolveu importantes trabalhos sociais.

Reeleito a deputado estadual, Max Russi compôs a chapa pela disputa da Mesa Diretora, com o cargo de primeiro secretário, quando também foi eleito, porém, meses depois assumiu o cargo de Presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso.

Hoje, foi publicada em suas redes sociais, como Governador do Estado de Mato Grosso, que vai exercer o mandato, enquanto Mauro Mendes e o vice, Otaviano Pivetta estão cumprindo agenda fora do Brasil.

Foto: arquivo pessoal

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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