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Paolla Oliveira arrasa em ensaio com a bateria da Grande Rio na Sapucaí: ‘Perfeita’

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A atriz Paolla Oliveira, de 42 anos, acordou cedo nesta quinta-feira (13), para trabalhar em uma campanha gravada na orla do Rio de Janeiro e já está de volta ao batente.

A rainha de bateria da Grande Rio acompanhou seus músicos no ensaio que eles fizeram nesta noite na Marquês de Sapucaí.

A atriz, compartilhou com os fãs no Instagram, vários cliques encantadores e arrancou suspiros e elogios da galera, na web. “Uma grande gostosa”, disse um seguidor. “Perfeita essa rainha 👏👏 lindeza”, disse outra. Confira:



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Garimpo ilegal ignora operações da PF e volta a destruir rios no norte de Mato Grosso

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Mesmo após operações da PF, garimpo ilegal volta a atuar nos rios de Peixoto de Azevedo

Apesar das operações deflagradas pela Polícia Federal em outubro de 2025 para combater o garimpo ilegal no norte de Mato Grosso, informantes do município de Peixoto de Azevedo relataram ao site Afolhanews que a atividade criminosa retornou em sua totalidade à região.

As denúncias apontam que balsas e maquinários voltaram a operar nos leitos dos rios, provocando novos danos ambientais e demonstrando a persistência das organizações envolvidas na exploração ilegal de ouro. Segundo as fontes, a retomada ocorreu poucos meses após as ações repressivas, indicando falhas na fiscalização contínua e na permanência do poder público nas áreas afetadas.

Em outubro do ano passado, a Polícia Federal deflagrou simultaneamente as operações Kuri II e Aurum Sordidos, dando continuidade à repressão ao garimpo ilegal nos rios São Benedito e Teles Pires. As investigações foram desdobramentos da Operação Kuri, iniciada em abril, que resultou na destruição de 17 balsas clandestinas e na apreensão de cerca de 2 mil litros de combustível, causando um prejuízo estimado em R$ 15 milhões aos responsáveis.

Na ocasião, a PF identificou uma estrutura criminosa complexa, formada por financiadores, operadores e comerciantes de ouro, além de constatar graves impactos ambientais e danos diretos às Terras Indígenas Kayabi e Munduruku.

Durante a segunda fase da operação, foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão expedidos pela 1ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Sinop/MT, em municípios de Mato Grosso e do Pará, incluindo Peixoto de Azevedo. Também houve sequestro de bens ligados aos investigados.

Mesmo com essas ações, moradores e informantes locais afirmam que o garimpo ilegal voltou a operar de forma intensa, levantando preocupações sobre a continuidade da degradação ambiental, a contaminação dos rios e os impactos sobre comunidades tradicionais.

A Polícia Federal reforça que o combate à mineração ilegal é permanente e que novas ações podem ser realizadas a partir de informações e denúncias encaminhadas pelos órgãos competentes e pela população.

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