Jeitinho peculiar

Lavar o Arroz antes de cozinhar: necessidade ou mito?

Ao lavar o arroz, a amilose, também chamada de amido livre, se solta da superfície do grão de arroz

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Foto: Istock

Na hora de cozinhar, há quem lave o arroz e quem prefere não lavar. Afinal, é realmente necessário lavar os grãos antes de cozinhá-los?Um estudo científico publicado na revista Science Direct em 2017 analisou diferentes tipos de arroz e métodos de preparo. O objetivo foi entender os mecanismos bioquímicos que afetam a textura e o sabor durante o cozimento.

Os resultados revelaram que a limpeza do arroz reduz a concentração de amido que fica no grão durante o processo de separação para venda nos mercados. É por conta dessa substância que a água com que se lava o arroz fica esbranquiçada e turva.

Ao lavar o arroz, a amilose, também chamada de amido livre, se solta da superfície do grão de arroz. Isso acontece por um sistema de arraste causado no enxágue com água corrente da pia, como é mais comum de ser feito.

Nessa análise, os cientistas responsáveis pelo artigo concluíram que a concentração de amilose afeta significativamente o arroz. Em especial nos aspectos de dureza e umidade, porque a tendência é que fique mais empapado e demore mais tempo para cozinhar.

Porém, tudo depende do tipo de prato que você está preparando. No mundo culinário, os chefs de cozinha indicam a lavagem com água para fazer pratos onde se procura um arroz mais soltinho, com grãos separados.

Agora, se você está procurando fazer um risoto ou alguma espécie de bolinho, não é necessário lavar. Isso porque a falta de lavagem prevê maior presença de umidade no grão, facilitando o preparo de pratos com maior hidratação ou molho.

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Saúde

Ex-secretária de Saúde de Cuiabá é alvo de denúncia por supostos benefícios; Prefeitura nega irregularidades

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Servidores da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá denunciaram supostas irregularidades ao Site Afolhanews envolvendo a ex-secretária Danielle Carmona nos últimos dias à frente da pasta.

De acordo com os relatos, a ex-gestora teria se autolotado no próprio gabinete para garantir o recebimento do chamado “prêmio saúde”, no valor de R$ 2 mil. Além disso, também teria concedido a si mesma um período de 60 dias de férias.

A situação provocou revolta entre profissionais da rede municipal, principalmente da enfermagem. Segundo os denunciantes, a gestão costumava negar pedidos de férias superiores a 30 dias para servidores da linha de frente, sob a justificativa de falta de pessoal nas unidades de saúde.

Os servidores apontam ainda incoerência entre discurso e prática da administração municipal. Durante a inauguração da Unidade de Saúde da Família (USF) do bairro Pedregal, o prefeito teria afirmado que não autorizaria férias sem a devida substituição de profissionais, o que reforçou a percepção de tratamento desigual dentro da pasta.

Danielle Carmona é servidora efetiva do município e atua como enfermeira de carreira. Conforme os relatos, ela teria se beneficiado de decisões administrativas tomadas enquanto ainda ocupava o cargo de secretária.

Prefeitura nega irregularidades

Em nota, a Prefeitura de Cuiabá afirmou que não há irregularidades na situação funcional da ex-secretária.

Segundo o município, Danielle Carmona possui todos os direitos garantidos por lei, incluindo férias e benefícios como o prêmio saúde, desde que atendidos os critérios estabelecidos.

A gestão também informou que a lotação em gabinete é um ato administrativo regular, especialmente em períodos de transição, e que a permanência da servidora no local foi previamente alinhada com a atual direção da Secretaria.

Sobre os 60 dias de férias, a Prefeitura destacou que a concessão ocorreu dentro da normalidade administrativa e já havia sido informada anteriormente, não havendo qualquer excepcionalidade.

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