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Em reunião com a presidente do TJ, Pinheiro apresenta dados sobre leitos na capital

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Da Redação

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, se reuniu na terça-feira (30), com a presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ/MT), Maria Helena Póvoas, e expôs os motivos e dados técnicos visando o debate sobre o decreto do Governo do Estado. O  presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MT), Leonardo Pio de Campos, e o ex-presidente da OAB, Francisco Faiad, também participaram da reunião. 

“O presidente da OAB foi quem organizou essa reunião, eu havia solicitado uma audiência com a presidente do TJ, Maria Helena, e junto comigo estava o advogado Francisco Faiad. Foi uma reunião produtiva, onde pude expor a realidade alguns números e sobre  os números de leitos de UTI que estão ocupados. E a  média é  70%  de pacientes do interior e 30% de Cuiabá. Quanto às filas de espera, é  em média 70%  interior e 35% em Cuiabá. Falei  sobre o comportamento do vírus na capital”, comentou o prefeito.
O prefeito disse ainda que a presidente do TJ falou sobre a preocupação do Judiciário com relação ao vírus. “Vi toda angústia e preocupação da desembargadora, como mãe, cidadão , mulher , com essa  pandemia que assusta a todos. E ela,  de alguma forma, quer contribuir. Ela é  muito elegante e simpática. Quero agradecer Leonardo Campos, pela ponte que fez entre a Prefeitura e TJ. É isso que a gente espera de um presidente de uma instituição respeitada como a OAB”, parabenizou. 
Na  tarde de terça,  o prefeito editou o  Decreto nº 8.372, que implanta em Cuiabá a quarentena coletiva obrigatória, por 10 dias. Com a aplicação da medida, imposta por meio de decisão judicial, de 31 de março até o dia 9 de abril, está liberado no território municipal o funcionamento apenas das 54 atividades consideradas essências, conforme o Decreto Federal nº 10.344, de 11 de maio de 2020. O documento cumpre com a determinação proferida pela desembargadora Maria Helena Póvoas, que impõe o cumprimento do Decreto Estadual nº 874/2021. O prefeito da Capital solicitou que a Procuradoria Geral do Município (PGM) faça a peça jurídica e ingresse com a ação no Supremo Tribunal Federal (STF). 
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Mesmo após reforma, UPA Leblon fica encharcada durante chuva em Cuiabá; veja vídeo

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Reforma recente não resolve problemas e UPA Leblon fica encharcada após chuva em Cuiabá.
Unidade de saúde passou por obras há pouco tempo, mas vídeos mostram grande quantidade de água dentro da recepção, próxima a computadores e outros equipamentos; atendimentos chegaram a ser suspensos temporariamente
Pouco tempo após passar por reformas, a UPA Leblon, em Cuiabá, voltou a apresentar problemas em sua estrutura. Após uma chuva registrada na madrugada, pacientes e funcionários se depararam com uma grande quantidade de água dentro da unidade, deixando áreas da recepção completamente encharcadas.
Vídeos encaminhados ao site A Folha News mostram água caindo em diferentes pontos da recepção e atingindo áreas próximas a mesas, computadores e outros equipamentos utilizados no atendimento à população.
A situação chama ainda mais atenção pelo fato de a unidade ter passado por uma reforma recentemente. Mesmo após as intervenções realizadas, os problemas aparentemente persistem e voltaram a ficar evidentes após a chuva.
As imagens levantam questionamentos sobre a qualidade dos serviços executados e, principalmente, sobre a fiscalização da reforma. A situação gera preocupação, especialmente porque a água chegou a áreas onde há equipamentos eletrônicos e circulação de pacientes e funcionários.
Pacientes e funcionários demonstraram preocupação com as condições encontradas na unidade e cobram uma solução definitiva para os problemas estruturais da UPA Leblon.
Segundo informações, os atendimentos tiveram que ser suspensos temporariamente para evitar possíveis acidentes envolvendo pacientes e funcionários, diante da quantidade de água no interior da unidade e dos riscos provocados pela situação.

O Afolhanews deixa espaço aberto para que a Prefeitura de Cuiabá e os responsáveis pela reforma se manifestem sobre o ocorrido e esclareçam quais medidas serão tomadas.

 

 

Veja o vídeo:

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