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Após articulação do Governo, Ministério da Saúde garante abastecimento de oxigênio para a região de Sinop

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Até a próxima semana, cerca de 10 mil metros cúbicos deverão ser enviados para Mato Grosso, como primeiro abastecimento

Após articulação do Governo de Mato Grosso, o Ministério da Saúde começa a executar plano emergencial para garantir o abastecimento de oxigênio medicinal, principalmente para a região norte do Estado.

De acordo com as informações do Ministério da Saúde, uma carreta com capacidade de transporte de 25 mil metros cúbicos de oxigênio líquido será encaminhada toda semana ao Estado. Até a próxima semana, cerca de 10 mil metros cúbicos deverão ser enviados para Mato Grosso, como primeiro abastecimento.

“A carreta sairá de Minas Gerais e passará por Mato Grosso, Rondônia até o Acre, deixando uma carga de oxigênio em cada parada e, a cada semana, serão destinados em torno de 5 mil metros cúbicos para Mato Grosso. Acreditamos que essa logística resolve o problema de abastecimento de oxigênio no Estado, principalmente na região de Sinop”, explicou o diretor de Logística do Ministério da Saúde, general Ridauto Fernandes.

Ainda conforme o Governo Federal, “o plano está concebido para funcionar de maneira ininterrupta (sem término previsto), sendo alterado de acordo com a evolução do consumo, para mais ou para menos, até que, passada a crise, o consumo volte a níveis normais”.

O pedido do Governo ao Ministério da Saúde foi feito após mudança do local de envio do insumo pela principal produtora de oxigênio do país, o que prejudicou a logística até a região Norte do Estado.

“Assim que recebemos a informação do problema de abastecimento de oxigênio aos hospitais municipais, entramos em contato com o Ministério para que a situação fosse contornada, pois era necessária uma logística central”, afirmou o governador Mauro Mendes.

Além do insumo, o Estado também enfrenta dificuldades em relação à quantidade de cilindros para utilização medicinal do oxigênio. No último domingo (25.03), 340 cilindros foram enviados pelo Ministério a Sinop.

O Governo também coordena ação para que empresas privadas doem cilindros de oxigênio para que possam ser utilizados nas unidades de saúde. Nessa semana, 200 cilindros já foram doados.

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Mesmo após reforma, UPA Leblon fica encharcada durante chuva em Cuiabá; veja vídeo

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Reforma recente não resolve problemas e UPA Leblon fica encharcada após chuva em Cuiabá.
Unidade de saúde passou por obras há pouco tempo, mas vídeos mostram grande quantidade de água dentro da recepção, próxima a computadores e outros equipamentos; atendimentos chegaram a ser suspensos temporariamente
Pouco tempo após passar por reformas, a UPA Leblon, em Cuiabá, voltou a apresentar problemas em sua estrutura. Após uma chuva registrada na madrugada, pacientes e funcionários se depararam com uma grande quantidade de água dentro da unidade, deixando áreas da recepção completamente encharcadas.
Vídeos encaminhados ao site A Folha News mostram água caindo em diferentes pontos da recepção e atingindo áreas próximas a mesas, computadores e outros equipamentos utilizados no atendimento à população.
A situação chama ainda mais atenção pelo fato de a unidade ter passado por uma reforma recentemente. Mesmo após as intervenções realizadas, os problemas aparentemente persistem e voltaram a ficar evidentes após a chuva.
As imagens levantam questionamentos sobre a qualidade dos serviços executados e, principalmente, sobre a fiscalização da reforma. A situação gera preocupação, especialmente porque a água chegou a áreas onde há equipamentos eletrônicos e circulação de pacientes e funcionários.
Pacientes e funcionários demonstraram preocupação com as condições encontradas na unidade e cobram uma solução definitiva para os problemas estruturais da UPA Leblon.
Segundo informações, os atendimentos tiveram que ser suspensos temporariamente para evitar possíveis acidentes envolvendo pacientes e funcionários, diante da quantidade de água no interior da unidade e dos riscos provocados pela situação.

O Afolhanews deixa espaço aberto para que a Prefeitura de Cuiabá e os responsáveis pela reforma se manifestem sobre o ocorrido e esclareçam quais medidas serão tomadas.

 

 

Veja o vídeo:

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