APOIO DE VIRGÍNIA

VIRGÍNIA MENDES DIZ QUE NÃO TEM MÁGOAS DE BOTELHO E COBRA ‘COMPROMISSO SOCIAL’

Não tenho mágoas não, só quero ouvir a proposta dele para Cuiabá no social. Me preocupo com as pessoas mais carentes

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Política

A primeira-dama Virginia Mendes nunca se limitou apenas a cumprir mero papel protocolar e ‘decorativo’ na agenda política e social do governador Mauro Mendes (UB), porque sempre teve ‘luz própria’, circulando com desenvoltura nos bastidores e ‘meandros’ da política regional.

Virgínia Mendes já afirmou abertamente de que não tem mágoas em relação ao presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), Eduardo Botelho (UB), escolhido pelo governador Mauro Mendes como pré-candidato a prefeito de Cuiabá pelo União Brasil. Sobre a possibilidade de apoio, ela disse que ainda não foi procurada pelo deputado e que seu empenho depende das propostas que serão apresentadas, especialmente para a área social.

“Não falei com o Botelho, ele não me procurou ainda. Quero saber como ele vai administrar Cuiabá. Quero saber o compromisso dele com as causas sociais, pois me preocupo muito com a população cuiabana por ser cuiabana”, disse em recente entrevista´.

“Não tenho mágoas não, só quero ouvir a proposta dele para Cuiabá no social. Me preocupo com as pessoas mais carentes”, acrescentou.

Em determinado período do ano passado, Virginia chegou a postar em suas redes sociais duras críticas a Botelho. Em março, por exemplo, após o presidente da ALMT afirmar que a intervenção estadual na Saúde de Cuiabá teria que apresentar resultados, a primeira-dama disse que o deputado estava debochando da população e que não havia cobrado o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), diante dos problemas na capital.
Recentemente, quando a questão estava longe de ser definida, Virginia deixou claro seu apoio ao chefe da Casa Civil Fábio Garcia, que chegou a ter o compromisso de Mauro para entrar na disputa. O governador, no entanto, foi convencido pelos aliados a apoiar Botelho, evitando um racha no grupo de sustentação a seu governo.
Virginia deixou claro sua preferência por Fabio, mas pontuou que respeita a decisão do União Brasil, do qual faz parte coordenando o grupo de mulheres.

 

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Decisões monocráticas prejudicam trabalho da CPMI, diz Carlos Viana

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As decisões monocráticas do Judiciário, muitas vezes tomadas à revelia da Constituição, geram insegurança, invasão de prerrogativas e atrapalham o trabalho da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que apura fraude contra aposentados e pensionistas do INSS. A avaliação foi feita nesta quarta-feira (11) pelo presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), após audiência com o ministro relator da Operação Sem Desconto, André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Na conversa com o ministro, Carlos Viana apresentou pontos que precisam ser esclarecidos em relação às investigações da comissão e defendeu a revisão de habeas corpus que permitem o não comparecimento de testemunhas ao colegiado.

— O ministro vai rever e, especialmente no caso de Daniel Vorcaro, encaminhará recurso para votação na turma colegiada. Para nós é uma questão de honra ele comparecer à CPMI. Se não houver revisão de habeas corpus e possibilidade de comparecimento, dificilmente ele terá de dar satisfações ou comparecer à comissão — afirmou.

Viana disse ainda a André Mendonça que a CPMI não tem qualquer responsabilidade em relação a vazamentos de informações, tendo em vista que o colegiado tem o papel institucional de resguardar esses dados.

O presidente da CPMI, no entanto, ressaltou que a audiência com o ministro do Supremo não avança para corrigir “o desequilíbrio entre os Poderes, na invasão de prerrogativas que o Congresso Nacional tem, mas que decisões monocráticas têm atrasado e inviabilizado o nosso trabalho”.

No encontro no STF, Carlos Viana também cobrou a presença de representantes do sistema financeiro na comissão.

— Eles não estão na CPMI como investigados, mas como testemunhas ou colaboradores para [a elaboração] de uma nova legislação que tenha regras para consignados — esclareceu.

A “blindagem do sistema financeiro pela base do governo” também foi apontada pelo relator da comissão mista, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), que participou da audiência com André Mendonça.

— Trabalho para entregar um relatório robusto, mas que contém vários tópicos que necessitam de provas concretas. Nossa preocupação é a blindagem do sistema financeiro, muito por decisões judiciais, e estamos impedidos de avançar nesse tema. Precisamos impor restrições ao que temos encontrado. Ou o Brasil muda esse jogo e respeita a população ou esse desvio em cima de aposentados e pensionistas continuará acontecendo — disse o relator.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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