Política
Secretário Cesar Miranda afirma crise na Bolívia não deve afetar fornecimento de gás natural para o Estado
Política
Da Redação
A crise na Bolívia de alguma forma tem preocupado o governo mato-grossense que a alguns meses fechou um grande acordo de fornecimento de gás natural pelo país vizinho, porém, o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Cesar Miranda, afirmou que o Governo vem acompanhando atentamente os desfechos da crise política boliviana.
Cesar Miranda afirmou que crê que o fornecimento do gás natural boliviano para o Estado não deverá ser afetado pelas tensões no país após a renuncia do presidente Evo Morales, afirmou ainda, que o Estado possui um contrato firme com a estatal boliviana Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB), no qual está dentro das normas internacionais, e independente de quem assumirá o cargo no país, os contratos tem de ser cumpridos e obedecidos.
“Nós estamos acompanhando atentamente todas as notícias referentes à Bolívia, a essas mudanças na administração, mas acredito que não vamos ter nenhum tipo de paralisação no fornecimento de gás, até porque a YPFB boliviana não tem contrato só com o Governo de Mato Grosso e com a MT Gás, eles têm contrato também com a Petrobrás, com Governo argentino e outros. Cláusulas internacionais regem esses contratos e eu acredito firmemente que eles serão cumpridos”, disse o secretário.
As negociações para a retomada do fornecimento do gás boliviano se iniciaram em maio deste ano após o governador do Estado, Mauro Mendes (DEM) visitar a Bolívia para dar início as tratativas do acordo entre o Mato Grosso e o país vizinho. Os acordos se concretizaram no final de setembro após uma nova visita de Mendes ao país, desta vez para assinar o contrato que possui validade de dez anos. Na ocasião, o governador assinou juntamente com o então presidente Evo Morales um termo de desenvolvimento de mercado.
Política
Lives entram nas regras de campanha das Eleições 2026
As transmissões ao vivo pela internet, as populares lives, também estão sujeitas às regras da campanha das Eleições 2026. A partir de domingo (16), quando começa oficialmente a propaganda eleitoral, candidatos poderão usar esse formato para promover as candidaturas e conquistar a preferência do eleitorado. A data é o dia seguinte ao fim do prazo para registro das candidaturas, que termina às 19h de sábado (15).
Restrições
Durante a pré-campanha, pré-candidatos podem fazer lives para apresentar ideias, projetos e posições políticas, além de divulgar a pré-candidatura, desde que não haja pedido explícito de voto. A proibição não se limita ao uso de expressões como “vote em”: outras palavras ou expressões que transmitam o mesmo pedido também podem caracterizar propaganda eleitoral antecipada.
Ato de campanha
Com o início da propaganda eleitoral, passa a ser permitido pedir votos. A live realizada para promover a candidatura e conquistar a preferência do eleitorado constitui ato de campanha eleitoral de natureza pública, mesmo sem pedido explícito de voto. A regra também se aplica à realização de live para promoção pessoal ou divulgação de atos relacionados ao exercício do mandato, ainda que não haja referência à eleição.
Retransmissão da live
A live eleitoral não pode ser transmitida ou retransmitida em site, perfil ou canal de internet pertencente a pessoa jurídica. A restrição não se aplica aos canais do partido político, da federação ou da coligação a que a candidatura esteja vinculada. Emissoras de rádio e televisão também não podem transmitir ou retransmitir a live.
As emissoras podem, no entanto, fazer a cobertura jornalística da transmissão e utilizar trechos dela, desde que sejam observadas as regras eleitorais e que a exibição não configure tratamento privilegiado ou exploração econômica do ato de campanha.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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