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Pedro Taques cumpre agenda política em Rondonópolis e reforça diálogo com bases do PSB

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Recém-empossado como presidente estadual do Partido Socialista Brasileiro em Mato Grosso, Pedro Taques cumpriu agenda política no município de Rondonópolis, a cerca de 200 quilômetros de Cuiabá, com foco no diálogo com lideranças locais e na organização partidária.

A programação incluiu entrevistas à imprensa local, nas quais Taques abordou temas ligados à defesa dos servidores públicos, área em que atua como advogado em ações que investigam irregularidades em contratos de consignados, além de destacar a importância do diálogo político e da presença dos partidos nos municípios.

O presidente estadual do PSB se reuniu com o vereador Girotto (PT), com o suplente de deputado estadual Roni Magnani (PSB) e participou de encontros com lideranças políticas do município, incluindo reunião com integrantes da diretoria municipal do Partido Verde (PV). As conversas tiveram como eixo a reorganização partidária, a escuta de demandas regionais e o fortalecimento da atuação política no interior do estado.

O clima da visita foi marcado por receptividade e disposição para o diálogo, refletindo um movimento de aproximação com as bases políticas locais e de valorização da construção coletiva nos municípios.

Ao comentar o momento do PSB em Mato Grosso, Pedro Taques destacou o trabalho realizado pelo deputado estadual Max Russi à frente da legenda, responsável pela consolidação da base partidária no estado. “A proposta é manter o diálogo interno, preservar a base construída e fortalecer a presença do partido de forma articulada nos municípios”, destacou.

A agenda em Rondonópolis integra um conjunto de visitas que Pedro Taques pretende realizar ao interior de Mato Grosso nas próximas semanas, como parte do processo de reorganização partidária e ampliação do diálogo com lideranças municipais.

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Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

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A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli



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