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Números de pesquisa acendem sinal vermelho rumo a 2026

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Pesquisa interna acende alerta em pré-campanha para 2026

da redação

kleyton Agostinho

Uma pesquisa interna apresentada em reunião reservada da equipe de um pré-candidato às eleições de 2026 acendeu sinal de alerta no núcleo estratégico da campanha. De acordo com fontes que participaram do encontro, o levantamento aponta taxa de rejeição de 60%, índice considerado elevado para esta fase de pré-campanha.

O dado foi discutido em tom de preocupação, sobretudo porque, segundo relatos, o cenário detalhado no estudo traz indicadores qualitativos ainda mais delicados do que o percentual bruto sugere. Avaliações espontâneas colhidas no levantamento indicariam resistência consolidada em segmentos específicos do eleitorado.

Apesar disso, integrantes da equipe defendem que o número representa um “retrato do momento” e que pesquisas internas têm como finalidade justamente identificar vulnerabilidades antes do início oficial da campanha. A estratégia agora deve priorizar ações de reposicionamento de imagem, intensificação de agendas públicas e reformulação da comunicação digital.

Especialistas ouvidos pela reportagem avaliam que índices elevados de rejeição não são incomuns em fases iniciais, especialmente quando o nome testado já possui trajetória pública conhecida. No entanto, destacam que a reversão exige planejamento consistente, narrativa clara e tempo de exposição positiva.

Nos bastidores, a avaliação é de que os próximos meses serão decisivos para medir a capacidade de reação do projeto político rumo a 2026, mas o medo é de novas denúncias em que pode prejudicar o Pré-Candidato.

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Comissão aprova projeto que classifica PCC e CV como grupos terroristas junto a 11 cartéis latinos

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A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou proposta que classifica como organizações terroristas o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC), além de 11 grupos criminosos de países da América Latina. O texto aprovado altera as leis de Terrorismo e de Organizações Criminosas.

A comissão aprovou o substitutivo do relator, deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), que ampliou a lista original de organizações do Projeto de Lei 4260/25, do deputado Rodrigo Valadares (PL-SE).

O projeto classificava como terroristas especificamente os grupos Cartel de los Soles e Tren de Aragua, ambos da Venezuela.

Além dos dois grupos venezuelanos, o novo texto incluiu diversas outras organizações transnacionais e brasileiras na lista de terroristas:

  • Mara Salvatrucha (MS-13): EUA e El Salvador;
  • Cartel de Sinaloa, Cartel de Jalisco Nueva Generación, Cartel del Noreste, La Nueva Familia Michoacana, Cartel del Golfo e Carteles Unidos: México;
  • Clan del Golfo: Colômbia;
  • Los Choneros: Equador;
  • Barrio 18: El Salvador; e
  • PCC e CV: Brasil.

Luiz Philippe de Orleans e Bragança argumenta que essas organizações deixaram de ser apenas grupos criminosos comuns para se tornarem ameaças à soberania.

“Merece atenção a possibilidade de conexões operacionais entre organizações estrangeiras e facções criminosas brasileiras, cujas atividades ilícitas – tráfico de drogas e de armas, mercados ilegais e violência – apresentam padrões semelhantes e complementares”, disse o relator.

A proposta também prevê o bloqueio imediato de bens e ativos financeiros ligados a essas organizações.

Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza
Edição – Pierre Triboli



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