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Números de pesquisa acendem sinal vermelho rumo a 2026

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Pesquisa interna acende alerta em pré-campanha para 2026

da redação

kleyton Agostinho

Uma pesquisa interna apresentada em reunião reservada da equipe de um pré-candidato às eleições de 2026 acendeu sinal de alerta no núcleo estratégico da campanha. De acordo com fontes que participaram do encontro, o levantamento aponta taxa de rejeição de 60%, índice considerado elevado para esta fase de pré-campanha.

O dado foi discutido em tom de preocupação, sobretudo porque, segundo relatos, o cenário detalhado no estudo traz indicadores qualitativos ainda mais delicados do que o percentual bruto sugere. Avaliações espontâneas colhidas no levantamento indicariam resistência consolidada em segmentos específicos do eleitorado.

Apesar disso, integrantes da equipe defendem que o número representa um “retrato do momento” e que pesquisas internas têm como finalidade justamente identificar vulnerabilidades antes do início oficial da campanha. A estratégia agora deve priorizar ações de reposicionamento de imagem, intensificação de agendas públicas e reformulação da comunicação digital.

Especialistas ouvidos pela reportagem avaliam que índices elevados de rejeição não são incomuns em fases iniciais, especialmente quando o nome testado já possui trajetória pública conhecida. No entanto, destacam que a reversão exige planejamento consistente, narrativa clara e tempo de exposição positiva.

Nos bastidores, a avaliação é de que os próximos meses serão decisivos para medir a capacidade de reação do projeto político rumo a 2026, mas o medo é de novas denúncias em que pode prejudicar o Pré-Candidato.

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Comissão aprova proposta de porte de arma para corretores de imóveis

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A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que autoriza o porte de arma de fogo para corretores de imóveis no exercício da profissão.

Com a medida, os corretores de imóveis registrados no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) passam a figurar na lista de categorias com direito ao porte funcional.

A proposta foi aprovada com alterações sugeridas pelo relator, deputado Capitão Alden (PL-BA), que apresentou um substitutivo para o PL 942/26, do deputado Delegado Caveira (PL-PA).  O relator optou por alterar o Estatuto do Desarmamento em vez de criar uma lei isolada.

“A atividade do corretor de imóveis, por sua natureza itinerante e pela necessidade de adentrar locais ermos com pessoas desconhecidas, configura-se como atividade de risco que justifica a proteção estatal por meio da autorização para o porte de arma”, justificou Capitão Alden.

Mudanças
Capitão Alden retirou do projeto original a obrigatoriedade de o corretor registrar em agenda ou plano de trabalho seus horários e itinerários para poder portar a arma. De acordo com o parlamentar, essas restrições poderiam dificultar o trabalho do profissional em casos de imprevistos ou novas oportunidades de negócio.

No entanto, o texto aprovado deixa claro que o porte é restrito ao exercício da profissão, não sendo permitido o uso da arma fora de serviço.

O corretor deve seguir as mesmas exigências que já constam do Estatuto do Desarmamento, como a comprovação de capacidade técnica e aptidão psicológica.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Rachel Librelon



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