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Curso de produção artesanal de queijos amplia renda e fortalece a agricultura familiar em Várzea Grande

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A busca por mais renda no campo, pela agregação de valor à produção e pela oferta de alimentos saudáveis às próprias famílias motivou a realização do curso de produção artesanal de queijos na comunidade Santa Luzia, em Várzea Grande. A capacitação reuniu cerca de 10 pequenos produtores rurais e abriu novas perspectivas para o fortalecimento da agricultura familiar no município.

Promovido pelo Sistema Famato/Senar, em parceria com a Prefeitura de Várzea Grande e o Sindicato Rural de Nossa Senhora do Livramento, o curso teve carga horária de 40 horas, com aulas teóricas e práticas. A formação foi encerrada com a entrega de certificados aos participantes e uma degustação de queijos, manteigas, iogurtes e outros derivados lácteos produzidos durante as atividades.

“O curso proporciona ao pequeno produtor a oportunidade de transformar a matéria-prima em um produto com maior valor agregado. Isso significa mais rentabilidade, fortalecimento da agricultura familiar e mais qualidade de vida para quem vive e trabalha no campo. Ao final, também temos a oportunidade de provar os produtos produzidos, que são de excelente qualidade”, destacou Leandro Silva, coordenador de Desenvolvimento Rural da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável (SEMMADRS).

Durante a capacitação, os participantes aprenderam técnicas para a fabricação de queijos e leite fermentado, seguindo as regulamentações vigentes e os padrões de qualidade exigidos para produtos derivados do leite. O conteúdo também abordou temas como segurança e saúde no trabalho, preservação ambiental, cidadania, legislação, higiene e sanitização de ambientes, equipamentos e utensílios, qualidade da matéria-prima, acondicionamento, embalagem e noções de gestão.

“Investir na capacitação dos produtores é investir no desenvolvimento rural sustentável. Estamos levando conhecimento técnico que permite melhorar a qualidade dos produtos, aumentar a renda das famílias e fortalecer a economia das comunidades rurais de Várzea Grande”, afirmou o secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Ricardo Amorim.

Os produtos obtidos a partir do processamento do leite fazem parte da alimentação de muitas famílias e representam uma importante alternativa para diversificar a produção rural. Além de ampliar as possibilidades de comercialização, o beneficiamento do leite contribui para o fortalecimento da cadeia produtiva local e para a geração de novas oportunidades de renda no campo.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Petrobras reajusta combustível de aviação em R$ 0,45 por litro

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A Petrobras anunciou reajuste médio de 7,2% no querosene de aviação vendido às distribuidoras, a partir deste domingo (1°). Isso corresponde a um aumento de R$ 0,45 por litro em relação ao mês anterior.

Em outubro, o combustível utilizado em aviões e helicópteros já havia sofrido reajuste médio de 11,76%, ou 0,65 centavos por litro.

A estatal tem participação de cerca de 85% na produção do QAV nacional, mas o mercado é aberto à livre concorrência, sem restrições para outras empresas atuarem como produtoras ou importadoras.

De acordo com a companhia, o reajuste se deve ao aumento da cotação internacional do combustível, “em um cenário de intensificação das tensões geopolíticas no Oriente Médio e de redução da capacidade de refino na Rússia e na Ucrânia em decorrência do conflito entre os dois países.” 

A Petrobras ressalvou, em nota, que as variações acumuladas no Brasil são menores do que as observadas no mercado internacional, onde os reajustes chegam a ser diários, desde o início do conflito no Oriente Médio. Aqui, o valor é reajustado mensalmente. 

A companhia disse também que segue uma “fórmula paramétrica prevista em contrato”, que vem amortecendo as oscilações de curto prazo, “resultando em reajustes mais moderados do que os observados internacionalmente.” 

Apesar disso, de acordo com a Associação Brasileira de Empresas Aéreas, a participação do QAV nos custos operacionais das companhias brasileiras subiu de 30% para mais de 45% desde o início dos conflitos no Oriente Médio. 



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