Eleições 2024

Nova pesquisa mostra crescimento na aprovação da gestão de Kalil Baracat em Várzea Grande

A desaprovação, por sua vez, diminuiu de 25% para 23,06%,

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Foto: Secom Prefeitura de VG

O prefeito de Várzea Grande e candidato à reeleição, Kalil Baracat (MDB), viu sua aprovação crescer entre os eleitores, de acordo com a segunda rodada da pesquisa Gazeta Dados. Anteriormente, 66% dos entrevistados aprovavam sua administração; agora, esse número subiu para 69,04%.

A desaprovação, por sua vez, diminuiu de 25% para 23,06%, enquanto 7,9% dos participantes não souberam ou preferiram não responder.

A atual gestão também foi avaliada pelos eleitores. Para 33,25% dos entrevistados, a administração é considerada boa, enquanto 10,96% a classificam como ótima. Para 39,87%, a gestão é regular. Já 8,66% a consideram péssima, 4,71% a veem como ruim e 2,55% optaram por não responder.

Quanto à confiança, 56,82% afirmaram confiar no prefeito, enquanto 22,55% disseram não confiar. Os que se mostraram indiferentes representam 16,94%, e 3,69% não responderam à pergunta.

Os dados indicam um aumento de 6,82% na confiança no prefeito, que era de 50% na última pesquisa, realizada há um mês. A desconfiança, por sua vez, caiu 3,5%.

A avaliação positiva de Kalil reflete na corrida pela reeleição. Com o apoio do governador Mauro Mendes (União) e dos irmãos Jayme e Júlio Campos, também do União, Kalil conseguiu reunir o maior número de partidos na coligação “Várzea Grande Melhor”. Seus aliados incluem o Republicanos, PP, PDT, PRD, Novo, Agir, PSB, PSD e a Federação PSDB/Cidadania.

A pesquisa foi realizada entre 13 e 16 de setembro de 2024, ouvindo 800 pessoas de forma presencial. Utilizando a metodologia Survey, as entrevistas foram conduzidas com um questionário estruturado em uma amostra representativa da população de Várzea Grande, abrangendo 87 bairros.

Com a margem de erro de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número MT-04240/2024.

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Violência de gênero deve ser combatida no ambiente digital, aponta debate

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A Comissão Permanente Mista de Combate à Violência contra a Mulher discutiu na quarta-feira (16) políticas de proteção, segurança e estratégias mais eficazes, focadas no combate à violência de gênero em eleições e nos ambientes virtuais. O encontro reuniu representantes do poder público e da sociedade civil e deu continuidade ao seminário voltado ao fortalecimento da Rede de Enfrentamento à Violência contra Meninas e Mulheres.

A antropóloga e pesquisadora da Universidade de São Paulo, Beatriz Accioly, alertou para o uso de novas tecnologias na prática de violência contra mulheres, como a produção e disseminação de imagens sem consentimento por meio de inteligência artificial. Para ela, a responsabilização não deve recair apenas sobre quem produz o conteúdo, mas também sobre as plataformas que permitem sua circulação.

— A gente tem que olhar para como esse ambiente funciona, para as plataformas, para os incentivos que organizam a circulação. Esse tipo de conteúdo gera engajamento e valor. Sem esse nível de análise, a responsabilidade fica só com o usuário e a gente deixa de olhar para a estrutura que torna isso possível. A discussão sobre regulamentação de plataformas não é periférica — disse a pesquisadora.

O evento foi solicitado pela deputada Luizianne Lins (Rede-CE), que destacou a importância da integração entre os Poderes para avançar nas políticas de combate à violência contra a mulher.

— É preciso respeito. Estamos criando esse espaço de diálogo, mas também avançando em ações concretas, com articulação entre o Judiciário, o Legislativo e o Executivo — afirmou.

Representante do Ministério das Mulheres, Janara Kalline afirmou que a internet ainda não é um ambiente seguro para mulheres. Segundo ela, a violência digital cresce de forma acelerada e atinge principalmente meninas e mulheres jovens. Ela ressaltou que entre as iniciativas do Ministério das Mulheres está a capacitação de atendentes do Ligue 180 para lidar com denúncias de crimes virtuais.

Reportagem de Julia Lopes, da Rádio Câmara

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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