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Não sou advogado dele, mas acredito que ele não quis ofender ou desrespeitar a prefeita”.

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O deputado estadual Juca do Guaraná Filho reforçou a necessidade de respeito às mulheres na política ao comentar a polêmica envolvendo declarações do presidente da Câmara de Várzea Grande, Vanderlei, direcionadas à prefeita Flávia Moretti.

Ao abordar o tema, o parlamentar foi enfático ao defender o respeito, especialmente quando se trata de mulheres em cargos de liderança.

“Todas as mulheres têm que ser respeitadas, ainda mais uma prefeita, que está à frente da maior cidade do estado. É fundamental haver respeito e harmonia entre os poderes”, afirmou.

Apesar da crítica ao tom da declaração, Juca ponderou que a fala pode ter sido interpretada de forma equivocada, destacando que a expressão utilizada é comum na região.

“Talvez ele não tenha usado no contexto ideal, no momento adequado. Foi uma forma de expressão equivocada, mas acredito que houve uma interpretação além do que ele quis dizer”, avaliou.

O deputado ainda ressaltou que não faz a defesa do parlamentar, mas entende que não houve intenção direta de ofensa.



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Comissão aprova sistema de coleta seletiva e logística reversa de coco verde

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A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados aprovou proposta que permite a estados e municípios implantar sistema de coleta seletiva e logística reversa de coco verde, independentemente do serviço público de limpeza urbana.

Logística reversa envolve coleta, transporte, armazenamento, reciclagem e tratamento de resíduos produzidos pelo descarte de produtos e embalagens.

O sistema deve incluir ações de educação ambiental e, sempre que possível, celebrar parceria com cooperativas de catadores.

Mudanças no texto original
O texto aprovado foi a versão do relator, deputado Fernando Monteiro (PSD-PE), ao Projeto de Lei 616/24, do deputado Professor Reginaldo Veras (PV-DF).

O projeto original obriga produtores, distribuidores e comerciantes de coco verde a implantar os sistemas de coleta seletiva e logística reversa para o fruto.

A proposta altera a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que lista os produtos para os quais a logística reversa é obrigatória. Essa logística envolve quem fabrica, importa, distribui e comercializa.

Atualmente, a PNRS já exige logística reversa no caso de agrotóxicos, pilhas e pneus, entre outros itens.

2 bilhões de frutos
O relator afirmou que o Brasil produz quase 2 bilhões de frutos de coco por ano, com cerca de 80% da produção concentrada no Nordeste. Segundo ele, o comércio pulverizado e a informalidade dificultam a criação de um sistema nacional uniforme.

“Uma exigência genérica aplicável a todo o território nacional acabaria, na melhor das hipóteses, não cumprida plenamente”, argumentou.

Segundo Monteiro, o sistema nacional só funcionaria em ambientes controlados, como indústrias processadoras de água de coco ou grandes estabelecimentos comerciais.

“Trata-se não de obrigar os entes à estruturação e implementação da logística reversa, mas de destacar no texto legal a opção de usar os instrumentos da Política Nacional de Resíduos Sólidos para gerir adequadamente o resíduo do coco verde”, explicou o relator.

Próximos passos
O projeto também já foi aprovado pela Comissão de Meio Ambiente e ainda será analisado, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, precisa ser aprovado por Câmara e Senado.

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Natalia Doederlein



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