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JANEIRO BRANCO: CHICO 2000 APOIA A CAMPANHA DE CONSCIENTIZAÇÃO DA SAÚDE MENTAL

Vereador Chico 2000 (PL) diz que: “é imprescindível que as instituições púbicas em todos as suas esferas governamentais, bem como a sociedade civil

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Secom Câmara de Cuiabá

O Janeiro Branco é uma campanha mundial para a promoção da saúde mental e emocional. Essa campanha que foi oficializada legalmente, por meio da Lei Nacional 14.556/2023 é um marco no que tange a campanhas institucionais de prevenção de doenças mentais e emocionais, uma vez que que ela coloca em relevo a importância da prevenção e do debate sobre o assunto.

Presidente do parlamento cuiabano, vereador Chico 2000 (PL) diz que: “é imprescindível que as instituições púbicas em todos as suas esferas governamentais, bem como a sociedade civil organizada se atentem para a campanha do Janeiro Branco, afim de promover a prevenção e a conscientização dos munícipes sobre doenças mentais e emocionais”.

Destacou ainda o presidente que em 2023, a Câmara realizou várias palestras, audiências públicas e companhas buscando informar e conscientizar a sociedade da importância do cuidado com a saúde. “Essas ações do Parlamento Cuiabano no sentido de estimular, esclarecer e conscientizar os servidores e os munícipes sobre os cuidados com a saúde continuarão em 2024, pois é uma prioridade de nossa gestão”, acrescentou Chico 2000.

Segundo Jonathan Gomes, chefe do Núcleo Assistencial da Câmara de Cuiabá: “as doenças mentais e emocionais decorrem do stress, da ansiedade, do esgotamento laboral, entre outros e para mitigar sua ocorrência a prática de exercícios físicos, da meditação, do sono de qualidade são essenciais, ressalta-se que o contato com um profissional especializado é sempre recomendável”.

 

 

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Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família de juíza do Rio Grande do Sul

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“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).

O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.

Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.

O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.

Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.

A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.

Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.

Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.

Autor: Flávia Borges

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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