Política
Governo faz repasse de R$ 4,2 milhões a municípios referente ao transporte escolar 2018
Política
Da Redação
A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) repassou às prefeituras na semana passada duas parcelas do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab), somando o volume de R$ 4.218.743,18. Esses recursos equivalem a sétima e oitava parcelas que deveriam ter sido pagas no ano passado.
Desde janeiro, a atual gestão já quitou, junto aos municípios, seis parcelas do Fethab de 2018 que estavam em atraso. Somadas às três parcelas pagas do convênio do transporte escolar 2019, já foram transferidos neste ano pela Seduc o montante de R$ 49.991.785,00.
Conforme a secretária da Pasta, Marioneide Kliemaschewsk, foram pagas três das dez parcelas em relação ao transporte escolar 2019, sendo que o total de recursos deve ultrapassar R$ 77 milhões até o final do ano. “Estamos honrando todos os nossos compromissos e os repasses, incluindo os atrasados, são um exemplo de nosso empenho”.
O transporte dos estudantes da rede estadual de ensino, residentes na zona rural, é executado pelo Estado de Mato Grosso em parceria com os municípios. O valor disponibilizado para cada município depende da quilometragem diária realizada pelos veículos, percorrendo os trajetos em buscar e levar os estudantes até as unidades educacionais.
Em relação a alguns municípios que não receberam, é importante destacar que não fizeram a prestação de contas da segunda parcela. Assim que a prefeitura regularizar a situação, o repasse será feito. O repasse é feito direto à gestão municipal, já que o transporte escolar fica a cargo das prefeituras, que é responsável pela manutenção dos veículos e pela contratação dos motoristas.
Política
Carlos Fávaro apresenta projeto para proibir as bets no Brasil
Em pronunciamento em Plenário nesta quarta-feira (12), o senador Carlos Fávaro (PSD-MT) informou que apresentou um projeto de lei para proibir as apostas de quota fixa — mais conhecidas como bets — em todo o país.
O projeto (PL 4.977/2026) também prevê o fim da exploração, da divulgação, da publicidade, do patrocínio e da intermediação desse tipo de aposta.
Fávaro afirmou que decidiu apresentar o projeto durante após ouvir, durante visitas a municípios de Mato Grosso, os relatos de famílias afetadas pelas bets.
— A pesquisa que realizamos em sete municípios revelou um dado que deveria envergonhar qualquer defensor dessas plataformas [de apostas]: quase 86% dos entrevistados reconhecem as apostas de azar on-line como um problema, seja dentro da própria família, seja no seu entorno social. Quase nove em cada dez pessoas sabem que isso está destruindo famílias, e mesmo assim há quem ainda argumente que a solução é apenas regular.
Para o senador, a proibição é necessária porque as medidas de regulamentação e restrição de publicidade não foram suficientes para impedir o acesso massivo às bets no país.
Por Bruno Augusto, sob supervisão de Dante Accioly
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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