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Gisela Simona: a opção popular na corrida eleitoral ao Senado da República

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Da Redação

“Sou candidata do povo, com o povo, não tenho milhões na conta, mas tenho décadas de trabalho prestado, defendendo os interesses da população de Mato Grosso”, disse Gisela Simona na manhã desta quinta-feira, durante a Convenção realizada pelo partido PROS.

Na entrada do evento, que foi realizado no Hotel Fazenda Mato Grosso, Gisela declarou que sofreu investidas de vários adversários, que jogaram pesado, e até fizeram propostas consideradas indecentes, oferecendo dinheiro e cargos para que ela desistisse de concorrer na disputa ao Senado da República, ou aceitasse a suplência em uma outra chapa.

Pros tem candidata ao Senado:

“Gisela Simona (Pros) ao Senado com os suplentes Arthur Nogueira (Rede Sustentabilidade) e Christian Cabral (Pros)”.

Gisela disse que assim como foi feita a sua campanha para deputada federal, quando obteve mais de 50 mil votos, o compromisso foi com o povo, nesta disputa eleitoral para o Senado da República, ela acredita que a população vai escolher uma representante o povo e não os “Barões do Agronegócio”.

Com propostas voltadas para atender as necessidades e prioridades da população, dos empregados, dos servidores públicos, o discurso de Gisela se torna diferente daqueles que buscam ocupar o cargo de senador, para defender os interesses dos empresários, dos patrões milionários.

Depois das últimas três convenções que mais chamaram atenção da população, como foi a do vice-governador Otaviano Pivetta, do ex-governador Júlio Campos, e hoje de Gisela Simona, o povo começou analisar quem é quem nesta disputa.

De acordo com informações de especialistas de política, Gisela Simona passou de terceira via, que poderia surpreender ou do voto de revolta, que pode fazer a diferença, para a opção de voto que se identifica, com a massa, com o povo, com aqueles que recebem salário para pagar os financiamentos de casa, carro e empréstimos pessoais.

Pelo que tudo indica, as grandes surpresas desta eleição para o Senado da República, poderão ocorrer com a rejeição e derrotas dos mais afortunados e eternos detentores de cargos públicos.

Faltando pouco mais de um mês para a eleição suplementar, resta saber quem a população ira eleger, uma representante do povo, ou um representante dos patrões, dos barões latifundiários.

Foto: Divulgação

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Pivetta prepara enxugamento da máquina e avalia cortes no Governo de MT

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O governador reeleito Otaviano Pivetta (Republicanos) prepara uma revisão ampla da estrutura do Governo de Mato Grosso antes do início do novo mandato, em janeiro de 2027. A medida pretende identificar despesas que podem ser reduzidas e tornar a máquina pública mais enxuta.

A previsão é que um decreto seja publicado entre esta quarta-feira (7) e quinta-feira (8), estabelecendo os critérios para a análise. O trabalho deverá avaliar a estrutura dos órgãos estaduais, gastos com pessoal e custeio, contratos e possíveis sobreposições de funções.

A condução dos estudos deverá ficar a cargo de uma comissão presidida pelo ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, que coordenou a campanha de Pivetta nas eleições deste ano. O grupo terá a missão de reunir informações de diferentes setores do Estado para elaborar um diagnóstico da atual estrutura administrativa.

Entre os dados que serão analisados estão o número de servidores e cargos existentes, a organização das secretarias, contratos firmados pelo Governo e despesas administrativas. A partir desse levantamento, a comissão deverá apontar setores com possibilidade de redução de custos e áreas que precisam ser preservadas ou consideradas prioritárias.

A revisão também poderá atingir o quadro de pessoal, principalmente os cargos comissionados. No entanto, a quantidade e o formato de eventuais cortes ainda não estão definidos e dependerão das conclusões do levantamento.

A proposta faz parte da preparação para o novo ciclo administrativo de Pivetta, que foi reeleito no primeiro turno no último domingo (4). A intenção é iniciar 2027 com uma estrutura considerada mais eficiente e com maior capacidade de direcionar recursos para investimentos e serviços públicos.

O movimento ocorre paralelamente às mudanças que o governador já sinalizou para a equipe de secretariado. Pivetta afirmou que pretende promover alterações pontuais na estrutura do Governo, sem uma reforma ampla, com o objetivo de corrigir áreas que ainda não apresentam os resultados esperados.

Com a revisão, a gestão pretende identificar onde há espaço para economia sem comprometer serviços considerados essenciais. O diagnóstico deverá servir de base para as decisões administrativas que serão tomadas na preparação do próximo mandato.



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