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Exportação de carne bovina de Mato Grosso perde o fôlego
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Da Redação
Durante o mês novembro, as exportações mato-grossenses de carne bovina reduziram, visto que o montante exportado em Equivalente Carcaça (EC) ficou praticamente estável, queda de -0,38% no comparativo mensal, totalizando 45,84 mil t (EC.) Por outro lado, em termos de faturamento, o movimento registrado foi de alta, cerca de 9,56% a mais que em out/19, o que se refere a US$ 168,90 milhões.
De qualquer forma, o quilo da carne bovina de MT passou de US$ 3,35/kg em out/19 para US$ 3,68/kg em nov/19. Já em comparação com nov/18, tanto o volume quanto o valor exportado foram superiores, 26,48% e 48,89%, respectivamente, pois na época foram de 36,24 mil t (EC) e US$ 113,44 milhões.
Este comportamento tem sido favorecido, principalmente, pela baixa disponibilidade do produto no país, pela alta demanda chinesa e pelas valorizações da moeda americana.
Foto: Ilustração
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Medida libera R$ 3,5 bi extras para habitação e crédito a microempresas
A Presidência da República editou uma medida provisória que abre crédito extraordinário de R$ 3,5 bilhões no Orçamento para programa de habitação popular e acesso a crédito para micros e pequenas empresas. A MP 1.385/2026 foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (13).
A maior parte dos recursos, R$ 2,75 bilhões, foi destinada a encargos financeiros sob supervisão do Ministério da Fazenda. Essa parcela será usada para a integralização de cotas de dois fundos garantidores:
- R$ 2 bilhões para o Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), por meio do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (PEAC-FGI), voltado a microempresários individuais (MEIs) e a micro, pequenas e médias empresas;
- R$ 750 milhões para o Fundo Garantidor de Operações (FGO), para o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe).
O valor restante de R$ 750 milhões será destinado ao Ministério das Cidades para a integralização de cotas do Fundo Garantidor da Habitação Popular (FGHab), dentro do programa Moradia Digna. O programa financia melhorias em moradias de famílias de baixa renda vivendo em assentamentos urbanos informais passíveis de regularização. A medida provisória prevê um acréscimo de 87 mil unidades por ano no volume contratado da programação do FGHab.
A MP já está em vigor, mas ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias para ser convertida em lei e não perder a validade.
Vitória Clementino, sob supervisão de Dante Accioly
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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