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Encontro reunirá ministros para discutir importância do agro de MT antes de evento mundial

Agronegócio brasileiro e internacional estão com os olhos voltados para o Fórum Internacional Agropecuária (FIAP 2024)

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Política

Foto Reprodução Christiano Antonucci / Secom - MT

A comunidade do agronegócio brasileiro e internacional estão com os olhos voltados para o Fórum Internacional Agropecuária (FIAP 2024), que vai reunir ministros que já chefiaram o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) com o objetivo de chamar a atenção do G20 para as principais pautas do agronegócio brasileiro. O encontro vai acontecer no próximo dia 9 de setembro no Cenarium Rural, em Cuiabá. Confirmaram presença no evento o atual ministro Carlos Fávaro e seus antecessores Roberto Rodrigues e Blairo Maggi, que trarão a história do agronegócio brasileiro e sua importância para a segurança alimentar do planeta, e o ministro Aldo Rebelo, que apresentará o Código Florestal e como essa legislação protege a vegetação brasileira. Estão também confirmados os governadores Helder Barbalho, do Pará, e o anfitrião Mauro Mendes, além de pesquisadores que apresentam as tecnologias agrícolas e as experiências em produção sustentável que são referência para o mundo.

 

 

 

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Lei facilita parcerias entre governo e organizações civis em calamidades

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Regras mais flexíveis nas parcerias entre a administração pública e as organizações da sociedade civil (OSCs) em caso de calamidade já estão valendo. É o que determina uma lei sancionada e publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (16).

A aplicação de medidas excepcionais para enfrentar os impactos de calamidade pública dependerá do reconhecimento da situação pelo poder público, em âmbito federal ou estadual.

De acordo com a Lei 15.391, de 2026a administração pública poderá:

  • firmar parcerias emergenciais,
  • alterar planos de trabalho,
  • prorrogar, suspender ou encerrar as parcerias preexistentes,
  • adotar procedimento simplificado de prestação de contas.

Para as parcerias emergenciais, poderá ser dispensado o chamamento público — mecanismo utilizado para selecionar interessados em firmar parcerias com o governo — quando houver comprovação da necessidade de atendimento imediato e de risco iminente de prejuízo à população.

Mas a administração pública também poderá publicar edital de chamamento público de fluxo contínuo — procedimento em que o poder público mantém aberto, por prazo indeterminado ou prolongado, um edital para receber propostas ou habilitar interessados de forma permanente — para a celebração de parcerias emergenciais destinadas ao enfrentamento de impactos decorrentes de estado de calamidade pública.

A lei prevê ainda regras para o plano de trabalho e o remanejamento de recursos. Trata ainda da alteração de parcerias preexistentes e prestação de contas.

A lei é oriunda do PL 1.707/2025, de autoria do Poder Executivo. No Senado, a matéria foi aprovada em Plenário em março, com relatoria de Eliziane Gama (PSD-MA). Para a senadora, o projeto estimula a continuidade das ações sociais e reconhece a importância das OSCs.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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