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EDUARDO BOTELHO DEIXA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA PARA FOCAR NA CAMPANHA ELEITORAL

A presidência da Assembleia Legislativa será ocupada pela deputada estadual Janaina Riva (MDB) durante a ausência de Botelho

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Foto: ALMT/ Vanderson Ferraz

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Eduardo Botelho (União), candidato à prefeitura de Cuiabá, solicitou licença do cargo por quatro meses. O pedido foi aprovado pelos parlamentares durante a sessão desta quarta-feira (4).

A licença de Botelho já era esperada, aguardando apenas uma discussão interna na alta cúpula do União Brasil, liderada pelo governador Mauro Mendes (União). Com a saída de Botelho, o primeiro suplente da sigla, o secretário de Saúde Gilberto Figueiredo, assume o cargo. “Peço à Mesa Diretora que tome as providências necessárias para a convocação imediata do suplente do União Brasil”, declarou o deputado Júlio Campos, que presidia a sessão.

A presidência da Assembleia Legislativa será ocupada pela deputada estadual Janaina Riva (MDB) durante a ausência de Botelho.

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Projeto permite que cooperativas de energia ampliem área de atuação

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O Projeto de Lei 367/26 permite que cooperativas que atuem como autorizadas na distribuição de energia elétrica solicitem à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a mudança para a categoria de permissionárias de serviço público. A alteração poderá ampliar a área e o tipo de consumidores atendidos por essas cooperativas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

Hoje, as cooperativas sob o regime de autorizadas atendem consumidores em áreas rurais e não podem expandir sua atuação para áreas urbanas, mesmo quando essas regiões crescem e passam por mudanças econômicas e populacionais.

O autor do projeto, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), afirma que as restrições atuais de operação “não condizem com a realidade das regiões atendidas”, pois impedem que as cooperativas acompanhem o crescimento de sua área de atuação e comprometem a sustentabilidade do modelo cooperativista.

Segundo o deputado, a mudança também permitirá tratamento regulatório mais equilibrado entre cooperativas que exercem funções semelhantes no setor elétrico, mantendo a competência da Aneel para avaliar cada pedido.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra



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