Eleições 2024
EDUARDO BOTELHO DEIXA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA PARA FOCAR NA CAMPANHA ELEITORAL
A presidência da Assembleia Legislativa será ocupada pela deputada estadual Janaina Riva (MDB) durante a ausência de Botelho
Política
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Eduardo Botelho (União), candidato à prefeitura de Cuiabá, solicitou licença do cargo por quatro meses. O pedido foi aprovado pelos parlamentares durante a sessão desta quarta-feira (4).
A licença de Botelho já era esperada, aguardando apenas uma discussão interna na alta cúpula do União Brasil, liderada pelo governador Mauro Mendes (União). Com a saída de Botelho, o primeiro suplente da sigla, o secretário de Saúde Gilberto Figueiredo, assume o cargo. “Peço à Mesa Diretora que tome as providências necessárias para a convocação imediata do suplente do União Brasil”, declarou o deputado Júlio Campos, que presidia a sessão.
A presidência da Assembleia Legislativa será ocupada pela deputada estadual Janaina Riva (MDB) durante a ausência de Botelho.
Política
Comissão aprova projeto que classifica PCC e CV como grupos terroristas junto a 11 cartéis latinos
A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados aprovou proposta que classifica como organizações terroristas o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC), além de 11 grupos criminosos de países da América Latina. O texto aprovado altera as leis de Terrorismo e de Organizações Criminosas.
A comissão aprovou o substitutivo do relator, deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), que ampliou a lista original de organizações do Projeto de Lei 4260/25, do deputado Rodrigo Valadares (PL-SE).
O projeto classificava como terroristas especificamente os grupos Cartel de los Soles e Tren de Aragua, ambos da Venezuela.
Além dos dois grupos venezuelanos, o novo texto incluiu diversas outras organizações transnacionais e brasileiras na lista de terroristas:
- Mara Salvatrucha (MS-13): EUA e El Salvador;
- Cartel de Sinaloa, Cartel de Jalisco Nueva Generación, Cartel del Noreste, La Nueva Familia Michoacana, Cartel del Golfo e Carteles Unidos: México;
- Clan del Golfo: Colômbia;
- Los Choneros: Equador;
- Barrio 18: El Salvador; e
- PCC e CV: Brasil.
Luiz Philippe de Orleans e Bragança argumenta que essas organizações deixaram de ser apenas grupos criminosos comuns para se tornarem ameaças à soberania.
“Merece atenção a possibilidade de conexões operacionais entre organizações estrangeiras e facções criminosas brasileiras, cujas atividades ilícitas – tráfico de drogas e de armas, mercados ilegais e violência – apresentam padrões semelhantes e complementares”, disse o relator.
A proposta também prevê o bloqueio imediato de bens e ativos financeiros ligados a essas organizações.
Próximas etapas
A proposta será ainda analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Reportagem – Murilo Souza
Edição – Pierre Triboli
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